segunda-feira, 22 de maio de 2017

O PAULISTÃO DE PARRAGA NA FERROVIÁRIA





Jorge Porto Iparraguirre, seu nome completo. Parraga, seu apelido. Nascido em 15 de julho de 1950, em Porto Alegre-RS, o atacante veio para a Ferroviária aos 29 anos de idade especificamente para disputar o Campeonato Paulista de 1979.
   
Começou de forma arrasadora. A Locomotiva enfrentou dois “grandes” nas duas primeiras rodadas do certame, e Parraga marcou três gols, um contra o Corinthians na estreia do dia 1º de julho, na Fonte Luminosa, e dois contra o São Paulo, na Capital, três dias depois.  
   
Durante o extenso Paulistão daquele ano, Parraga não seria o principal artilheiro afeano, primazia conquistada pelo ponteiro-esquerdo Galdino, autor de 11 tentos. Parraga marcou apenas meia dúzia de vezes, mas foram gols importantes que asseguraram bons resultados para a agremiação de Araraquara. 
   
Grande mérito do avante grená foi sua regularidade: dos 43 jogos realizados pela AFE, Parraga disputou 38, ficando de fora em apenas cinco compromissos. 
   
O gaúcho integrou um elenco forte, que deu à Ferroviária uma classificação para a Segunda Fase do Paulistão, etapa mais avançada da competição. 
   
Nessa segunda fase, a Ferroviária manteve-se invicta e ameaçou seriamente a classificação do Corinthians. Terminou com a mesma pontuação obtida pelo Alvinegro, mas com uma vitória a menos.
   
Quase que a AFE foi para a decisão do Campeonato Paulista de 1979 com Palmeiras, Ponte Preta e Guarani. Tivesse ela vencido o Botafogo, na última rodada da Segunda Fase, na Fonte Luminosa, e as Semifinais seriam alcançadas. Ficou no empate, embora saísse na frente com um gol de Paulo César de Oliveira, hoje treinador da Ferroviária. 
   
E Parraga foi elemento de valor nessa trajetória vitoriosa dos grenás.
   
Parraga disputou 38 jogos do Paulistão/79. Com ele, a Ferroviária ganhou 11 jogos, empatou 18 e perdeu 9. Portanto, um saldo vantajoso. 
   
No geral, a AFE disputou 43 partidas, ganhou 12, empatou 20 e perdeu 11. Marcou 33 gols e sofreu 37.

Em pé: Luís Florêncio, Sérgio Miranda, Tião, Samuel, Carlos e Nandes Agachados: (?), Washington, Parraga, PCe Galdino .

OS GOLS DE PARRAGA PELA FERROVIÁRIA, NO PAULISTÃO DE 1979 
  
01.07.79 – Ferroviária 2 x 2 Corinthians – 1 gol, aos 16’/2º tempo
04.07.79 – São Paulo 0 x 2 Ferroviária – 2 gols, aos 6’ e 29’ do 1º
18.07.79 – Ferroviária 3 x 0 São Bento – 1 gol, aos 16’/2º 
25.07.79 – Francana 1 x 1 Ferroviária – 1 gol, aos 15’/1º 
16.09.79 – Ferroviária 2 x 0 Noroeste – 1 gol, aos 36’/1º 

CURTA PERMANÊNCIA NA FERROVIÁRIA 
   
Parraga teve uma permanência curta na Ferroviária: apenas no segundo semestre de 1979. Mas é sempre lembrado pelos torcedores grenás pela sua aplicação.
  
O atacante defendeu vários clubes e depois tornou-se técnico, trabalhando em número maior ainda de agremiações, dentre as quais o Palmeiras, Rio Branco, Novorizontino, Mirassol, Independente (Limeira) e os juniores de Grêmio e Portuguesa. 

QUEM JOGOU NA LOCOMOTIVA EM 1979
   
Tião, Sérgio Bergantin, Carlos, Nei Dias, Paulão, Sérgio Miranda, Mauro, Sabará, Vica, Samuel, Luís Florêncio, Zé Rubens, Cuca, Paulo Lampa, Nandes, Alfredo, Ned, Paulo César de Oliveira, Serginho, Vilfredo, Washington, Douglas Onça, Lavinho, Adilson, Helinho, Lucas, Galo, Bispo, Toninho, Radar, Parraga, João Carlos, Galdino, Gerson, Sérgio Félix, Carlos Henrique 

Parraga e Mário José, defendendo o Inter de Lages

Ponte Preta da década de 1970. Em pé: Mauro Dias, Polozzi, Oscar, Vanderlei, Moacir e Odirlei; Agachados: Lúcio, Marco Aurélio, Parraga, Dicá e Genau


Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”
Fotos:

Pesquisa, elaboração e edição:
Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

domingo, 21 de maio de 2017

FERROVIÁRIA: 88 TÉCNICOS



“Ferroviária em Campo” listou, em ordem alfabética, e com os dados pessoais da maioria, os nomes dos 88 técnicos que trabalharam na Ferroviária e a ajudaram a construir uma história fantástica ao longo de 67 anos de existência. 
    
Desses 88 treinadores, 17 também jogaram na Locomotiva.
    
Foram oito estrangeiros. E sete araraquarenses.
    
Se o amigo afeano souber de informações que não constam desta matéria, e puder nos passar, teremos o maior prazer em incluí-las neste levantamento. Tudo pela Ferroviária!

Nº de ordem – Apelido – Nome completo – Data nascimento – Cidade natal
    
1 – ABEL PICABÉA (Abel Picabéa Allero) – 20.06.1906 – Buenos Aires (ARG) 
2 – AÍLTON SILVA (Aílton dos Santos Silva) – 31.10.1966 – São Paulo (SP) 
3 – ALMEIDA (Aparecido Dias de Almeida) – 1936 – Botucatu (SP) 
4 – ANTÔNIO PICOLI (Edemar Antônio Picoli) – 28.04.1972 – Caibi (SC) 
5 – ARMANDO RENGANESCHI (Armando Federico Renganeschi) – 10.05.1913 – Capitán Sarmiento (ARG) 
6 – AYMORÉ MOREIRA – 24.04.1912 – Miracema (RJ) 
7 – BAUER (José Carlos Bauer) – 21.11.1925 – São Paulo (SP) 
8 – BAZANI (Olivério Bazani Filho) – 03.06.1935 – Mirassol (SP) 
9 – BUSTAMANTE (Luís Paulo Bustamante) – 02.04.1957 – Rio de Janeiro (RJ) 
10 – CAETANO DE DOMÊNICO – 31.10.1895 – Messina (ITA) 
11 – CAPILÉ (Clóvis Van Dick) – 20.03.1916 
12 – CARLITO ROBERTO 
13 – CARLOS ALBERTO SILVA  - 14.08.1939 – Bom Jardim de Minas (MG) 
14 – CARLOS RABELLO (Carlos Fernando Rabello Barbosa) – 28.05.1964 – Tambaú (SP) 
15 – CARLOS ROSSI (Carlos Leone Rossi) – 23.09.1959 – Rio de Janeiro (RJ) 
16 – CATANOCE (Paulo Cezar Catanoce) – 08.11.1964 – Onda Verde (SP) 
17 – CILINHO (Otacílio Pires de Camargo) – 09.02.1939 – Campinas (SP) 
18 – CLÁUDIO GARCIA (Cláudio Galbo Garcia) – 09.10.1943 – São Paulo (SP) 
19 – DIEDE LAMEIRO (Diede José Gomes Lameiro) – 15.02.1934 – Casa Branca (SP) 
20 – DORIVAL JÚNIOR (Dorival Silvestre Júnior) – 25.04.1962 – Araraquara (SP) 
21 – DOUGLAS NEVES – 02.09.1969 – Araraquara (SP) 
22 – DUDU (Olegário Toloi de Oliveira) – 07.11.1939 – Araraquara (SP) 
23 – ÉDISON SÓ (Édison Rodrigues Cremonini) – 19.03.1953 – Lins (SP) 
24 – EDNELSON (Ednelson da Conceição Silva) – 03.07.1970 – Engenheiro Beltrão (PR) 
25 – EDSON MARIANO (Edson Mariano da Silva) – 09.08.1965 – Rio de Janeiro (RJ) 
26 – ESTEBAN HORY  - Hungria 
27 – FABRÍCIO MAIA (Fabrício Cândido Maia) – 08.04.1974 – Araraquara (SP) 
28 – FANTATO (Rubens Fantato Filho) – 21.03.1955 – Campinas (SP) 
29 – FELÍCIO CUNHA (Felício Aparecido da Cunha) – 02.01.1963 – Caconde (SP) 
30 – FERNANDO (Fernando Paolillo) – 30.10.1945 – São Caetano do Sul (SP) 
31 – FERNANDO SÁTIRO (Fernando Cordeiro Sátiro) – 04.06.1937 – Fortaleza (CE) 
32 – FESCINA (José Carlos da Silva Fescina) – 09.01.1942 – São Paulo (SP) 
33 – FITO NEVES (Adolfo José Lima Neves) – 11.04.1951 – Taubaté (SP) 
34 – FLOREAL GARRO (Floreal Libertario Garro) – 27.12.1914 – Buenos Aires (ARG) 
35 – FRANCISCO SARNO (Francisco José Sarno Matarazzo) – 05.11.1924 – Niterói (RJ) 
36 – GALLI (José Galli Neto) – 03.12.1950 – São Paulo 
37 – GASPAR (Gaspar Berrance Filho) – 26.12.1928 
38 – ILZO NERY – 26.05.1937 – Maceió (AL) 
39 – ITO ROQUE (Adilson Roque) – 03.07.1968 – Araraquara (SP) 
40 – IVO SECCHI (Ivo Fernando Secchi) – 05.10.1965 – Araçatuba (SP) 
41 – JOÃO LIMA – 1916 – Batatais (SP) 
42 – JOÃO MARTINS – 20.01.1970 – Araraquara (SP) 
43 – JOÃO RICARDO (João Ricardo Cardoso) – 17.04.1957 – Itápolis (SP) 
44 – JORGE SARAN (Honorato Jorge Saran) – 15.04.1962 – Sertãozinho (SP) 
45 – JOSÉ AGNELLI (José Guillermo Agnelli) – 10.01.1912 – Buenos Aires (ARG) 
46 – LAONE (Laone Luiz Luz) – Rio Grande do Sul 
47 – LAPOLLA (Sebastião Lapolla) – São Paulo (SP) 
48 – LUIZ BOCUCCI - BOCA (Luiz Bocucci Neto) 
49 – LUIZ CARLOS FERREIRA (Luiz Carlos Ferreira Santos) – 12.05.1952 – São José do Rio Preto (SP) 
50 – LUIZ PATTI (Luiz Patti Filho) – 29.03.1958 – Taquaritinga (SP) 
51 – MANGA (Agenor Gomes) – 26.05.1929 – Vitória (ES) 
52 – MARÃO (Mário Celso de Abreu) – 08.05.1923 – Belo Horizonte (MG) 
53 – MARCÃO (Marcos Benedito Marcelo) – 10.05.1954 – Americana (SP) 
54 – MÁRCIO RIBEIRO (Márcio José Ribeiro e Silva) – 12.03.1957 – Palmeiras D’Oeste (SP) 
55 – MARCO ANTÔNIO (Marco Antônio Machado) – 1950 – Presidente Alves (SP) 
56 – MÁRIO TRAVAGLINI – 30.04.1932 – São Paulo (SP) 
57 – MAZINHO (Alvimar Eustáquio de Oliveira) – 20.02.1948 – Belo Horizonte (MG) 
58 – MILTON MENDES – 25.04.1965 – Criciúma (SC) 
59 – MODESTO BRÍA – 08.03.1922 – Encarnación (PAR) 
60 – MOISÉS EGERT – (Laurence Moisés Camargo Egert) – 01.01.1977 – São Borja (RS) 
61 – PALHINHA (Vanderlei Eustáquio de Oliveira) – 11.06.1950 – Belo Horizonte (MG) 
62 – PARDAL (Antônio Augusto Pereira) – 04.05.1949 – São Paulo (SP) 
63 – PAULO CÉSAR – PC OLIVEIRA (Paulo César de Oliveira) – 06.09.1960 – Araraquara (SP) 
64 – PICOLIN (Djalma Bonini) 
65 – POLOZZI (José Fernando Polozzi) – 01.10.1955 – Louveira (SP) 
66 – RENÊ SIMÕES (Renê Rodrigues Simões) – 17.12.1952 – Rio de Janeiro (RJ) 
67 – RICARDO MORAES – 18.07.1971 – São Paulo (SP) 
68 – ROBERTO BRIDA – 30.01.1945 – Itajobi (SP) 
69 – RUBENS MINELLI (Rubens Francisco Minelli) – 19.12.1928 – São Paulo (SP) 
70 – RUY CAMPOS 
71 – SÉRGIO CLÉRICE – 25.05.1941 – São Paulo (SP) 
72 – SÉRGIO VIEIRA (Sérgio Agostinho de Oliveira Vieira) – 15.01.1983 – Póvoa de Lanhoso (POR) 
73 – SYLVIO PIRILLO – 26.07.1916 – Porto Alegre (RS) 
74 – TADEU CARVALHO 
75 – TELÃO (Sérgio Luiz Bonifácio) 
76 – TONINHO COBRA (Antônio Fernandes) – 13.06.1963 – Sertãozinho (SP) 
77 – TONINHO MOURA (Antônio Moura Sanches) – 22.07.1954 – Bauru (SP) 
78 – VAIL MOTTA (Vail Pelegrineti Motta) – 21.06.1938 – Itirapina (SP) 
79 – VALMIR GRITTI – 11.02.1958 – Ribeirão Preto (SP) 
80 – VICENTE ARENARI FILHO – 23.03.1935 – Natividade (RJ) 
81 – VILSON TADEI – 02.06.1954 – Urupês (SP) 
82 – WAGNER LOPES (Wagner Augusto Lopes) – 29.01.1969 – Franca (SP) – Obs.: Não chegou a dirigir o time em nenhum jogo. Apenas preparou o elenco. 
83 – WALDIR PERES (Waldir Peres de Arruda) – 02.01.1951 – Garça (SP) 
84 – WILSON CARRASCO (José Wilson Carrasco) – 04.12.1951 
85 – WILSON MANO (Wilson Carlos Mano) – 23.05.1964 – Auriflama (SP0 
86 – ZÉ HUMBERTO (José Humberto de Oliveira) – 30.07.1962 – Uberaba (MG) 
87 – ZEZINHO (José da Silva) – Obs.: 1º técnico da história da Ferroviária.
88 – ZEZITO (José Araújo da Silva) – 1955 – Jaboticabal (SP) 

Fontes:
O Imparcial
Acervo de “Ferroviária em Campo” 

Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

sábado, 20 de maio de 2017

FERROVIÁRIA NA FONTE – ANO XXV (1975)

Em pé: Sérgio Bergantin, Mauricio, Helinho, Ticão, Mauro Pastor, Zé Carlos e Armandão. Agachados: Freitas, Amauri, Reinaldo, Palhares e Wagner.


A Ferroviária jogou 29 vezes no estádio da Fonte Luminosa, no ano de 1975. Conseguiu 14 vitórias, empatou 9 jogos e foi derrotada em 6 oportunidades. Marcou 31 gols e sofreu 22. 
    
São Paulo e Santos não se apresentaram em Araraquara, em 1975. O Palmeiras veio duas vezes à Morada do Sol, ganhando pelo Torneio Laudo Natel e empatando pelo Paulistão. O Corinthians ganhou bem da AFE e a Lusa ficou no empate. 
     
A novidade do ano ficou por conta da presença de uma agremiação italiana de pouca projeção, Casale, para uma partida amistosa vencida pelos grenás.
    
Embora não tendo uma presença brilhante em seus domínios, ainda assim a Locomotiva logrou ter números favoráveis.
    
Com oito gols, Reinaldo foi o principal goleador afeano na Fonte, em 1975. Tite, com sete, também se destacou na artilharia. 
    
A Ferroviária participou de três competições oficiais: Torneio Laudo Natel, Campeonato Paulista e Torneio José Ermírio de Morais Filho.

OS 29 JOGOS DA FERROVIÁRIA NA FONTE (1975)
    
(Nº de ordem – Jogo – Data – Competição – Autores dos gols da Ferroviária) 
    
1 – Ferroviária 0 x 1 Palmeiras – 22.01.75 – Torneio Laudo Natel 
2 – Ferroviária 1 x 2 América – 26.01.75 – Torneio Laudo Natel – Tite 
3 – Ferroviária 2 x 1 Comercial – 12.03.75 – Campeonato Paulista – Freitas (pênalti) e Reinaldo 
4 – Ferroviária 1 x 1 América – 29.03.75 – Campeonato Paulista – Palhares 
5 – Ferroviária 0 x 3 Corinthians – 06.04.75 – Campeonato Paulista 
6 – Ferroviária 0 x 0 Palmeiras – 13.04.75 – Campeonato Paulista 
7 – Ferroviária 0 x 0 São Bento – 20.04.75 – Campeonato Paulista 
8 – Ferroviária 1 x 2 Marília – 23.04.75 – Campeonato Paulista – Reinaldo 
9 – Ferroviária 3 x 2 Guarani – 01.05.75 – Campeonato Paulista – Reinaldo (2) e Helinho 
10 – Ferroviária 2 x 0 Juventus – 07.05.75 – Campeonato Paulista – Helinho e Reinaldo 
11 – Ferroviária 2 x 3 Saad – 14.05.75 – Campeonato Paulista – Wagner e Ticão 
12 – Ferroviária 1 x 0 Portuguesa Santista – 01.06.75 – Campeonato Paulista – Wagner 
13 – Ferroviária 1 x 1 Noroeste – 15.06.75 – Campeonato Paulista – Laerte 
14 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa de Desportos – 29.06.75 – Campeonato Paulista – Reinaldo 
15 – Ferroviária 1 x 0 Casale (Itália) – 01.07.75 – Amistoso Internacional – Wagner 
16 – Ferroviária 2 x 1 Paulista – 13.07.75 – Campeonato Paulista – Reinaldo e Tite 
17 – Ferroviária 2 x 0 Botafogo – 17.07.75 – Campeonato Paulista – Ademir e Tite 
18 – Ferroviária 1 x 0 Juventus – 27.08.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho (FPF) – Tite 
19 – Ferroviária 0 x 0 Ponte Preta – 04.09.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho 
20 – Ferroviária 2 x 1 Portuguesa Santista – 10.09.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho – Marinho e João Carlos 
21 – Ferroviária 3 x 2 São Bento – 27.09.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho – Reinaldo, Mauro e Tite 
22 – Ferroviária 1 x 0 América – 08.10.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho – Tite 
23 – Ferroviária 0 x 0 Paulista – 15.10.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho  
24 – Ferroviária 0 x 0 XV de Piracicaba – 22.10.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho 
25 – Ferroviária 0 x 1 Comercial – 05.11.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho 
26 – Ferroviária 1 x 0 Botafogo – 09.11.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho – Tite 
27 – Ferroviária 2 x 0 Marília – 12.11.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho – Tatinho e Laerte
28 – Ferroviária 0 x 0 Noroeste – 19.11.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho 
29 – Ferroviária 1 x 0 Saad – 06.12.75 – Torneio José Ermírio de Morais Filho – Edson 

ARTILHEIROS DA FERROVIÁRIA NA FONTE (1975)
   
Reinaldo
1º - Reinaldo, 8 gols 
    
2º - Tite, 7 
    
3º - Wagner, 3 
    
4º - Laerte e Helinho, 2 
   
6º - Freitas, Ticão, Ademir, Marinho, Mauro, Tatinho, Edson, Palhares e João Carlos, 1 

JOGARAM NA FERROVIÁRIA EM 1975
    
Sérgio Bergantin, Lula, Marinho, Maurício, Mauro, Sérgio Miranda, Ticão, Zé Carlos, Carlos, Helinho, Palhares, Wagner, Laerte, João Carlos, Ademir, Freitas, Tite, Antônio Carlos, Tatinho, Pedro Paulo, Reinaldo, Adilson, Marcos, Odair, Amauri Silva, Paulo Sérgio, Walmir, Ruy Júlio 


RESUMO DA PRESENÇA DA FERROVIÁRIA NA FONTE (1975)



Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”
Fotos: Ferroviáriadeararaquara.com.br

Pesquisa, elaboração e edição:
Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

sexta-feira, 19 de maio de 2017

GOL NO MARACANÃ! CLAUDINHO, FERROVIÁRIA 1 BOTAFOGO 0




Claudinho foi um atacante (ponta) que jogou na Ferroviária de 1981 a 1984.
Em partidas oficiais de competição, valendo por campeonatos ou torneios, Claudinho assinalou 17 gols com a jaqueta grená de Araraquara: 3 em 1981; 6 em 1982; 5 em 1983; e 3 em 1984. Além de vários outros em partidas amistosas.
Claudinho nasceu em Brotas (SP), no dia 25 de maio de 1962. Nas escalações pela Locomotiva, Cláudio Gonçalves sempre constou com o apelido de Claudinho, mas no futebol ele recebeu ainda um outro cognome: Claudinho Macalé.
Dos 17 tentos marcados em benefício da AFE, Claudinho fez 3 pela Taça de Ouro (Brasileirão), 1 pela Taça de Prata (Brasileiro, série B), 12 pelo Paulistão e 1 pelo Torneio Seletivo da FPF.
De todos, o mais propalado e que marcou a carreira do aludido atleta, sem dúvida nenhuma foi o da estreia da Ferroviária na Taça de Ouro de 1983.
No Maracanã, primeira rodada do certame nacional, o Botafogo carioca recebeu a Ferroviária, e aos 13 de minutos de jogo, Claudinho fez 1 a 0 para os grenás, escore que perduraria até o final do espetáculo. A AFE iniciava a sua participação no Brasileirão com vitória, contra o forte Botafogo, em pleno Maracanã, e o moço de Brotas deixava a sua marca no “maior do mundo”.


 Em Pé: Vica, Abelha, Zilinho, Herminio, Zé Rubens, Marinho Paranaense, Bazani,  Agachados: Jorginho, Marinho Rã, Douglas Neves, Sidnei, Claudinho

GOLS DE CLAUDINHO PELA FERROVIÁRIA EM JOGOS DE CAMPEONATO (OFICIAIS DE COMPETIÇÃO)
    
PERÍODO NA AFE: 1981 A 1984 
    
1 – 11.01.1981 – Internacional de Santa Maria-RS 2 x 4 Ferroviária – Taça de Prata – 1 gol, aos 5’/2º tempo 
2/3 – 28.03.1981 – Ferroviária 3 x 0 América – Campeonato Paulista – 2 gols, aos 16’ e 26’ do 1º tempo 
4 – 03.04.1982 – Ferroviária 3 x 0 Taubaté – Torneio Seletivo (FPF) – 1 gol, aos 28’/1º 
5 – 04.08.1982 – Botafogo 2 x 3 Ferroviária – Campeonato Paulista – 1 gol, aos 34’/1º 
6 – 11.08.1982 – América 2 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – 1 gol, aos 5’/2º 
7 – 03.10.1982 – Ferroviária 2 x 3 Palmeiras – Campeonato Paulista – 1 gol, aos 19’/2º 
8 – 14.11.1982 – Ferroviária 1 x 0 América – Campeonato Paulista – 1 gol, aos 17’/1º 
9 – 24.11.1982 – Ferroviária 3 x 1 Marília – Campeonato Paulista – 1 gol, aos 3’/1º 
10 – 27.01.1983 – Botafogo-RJ 0 x 1 Ferroviária  - Taça de Ouro (Brasileirão) – 1 gol, aos 13’/1º 
11 – 06.03.1983 – Ferroviária 3 x 1 Brasília-DF – Taça de Ouro (Brasileirão) – 1 gol, aos 26’/1º 
12 – 10.04.1983 – Ferroviária 2 x 2 Grêmio-RS – Taça de Ouro (Brasileirão) – 1 gol, aos 34’/2º 
13/14 – 19.10.1983 – Ferroviária 2 x 2 Juventus – Campeonato Paulista – 2 gols, aos 38’/2º (pênalti) e 48’/2º 
15 – 22.07.1984 – Ferroviária 2 x 1 CAT (Taquaritinga) – Campeonato Paulista – 1 gol, aos 22’/1º 
16 – 25.07.1984 – Santos 2 x 2 Ferroviária – Campeonato Paulista – 1 gol, aos 33’/1º 
17 – 25.11.1984 – Ferroviária 1 x 1 Guarani – Campeonato Paulista –  1 gol, aos 2’/2º 


Ferroviária de Araraquara (SP), 1983 Em pé: Pinheirense, Júnior, Vica, Marinho, Abelha, Divino e o professor Tadeu. Agachados: Claudinho, Douglas Onça, Marcão, Zé Roberto e Bozó.


O PÓS-ATLETA
    
Depois que parou de jogar, Claudinho tornou-se instrutor de futebol, em sua cidade natal (Brotas).
Ingressou na política, elegendo-se vereador em Brotas (SP).
No pós-atleta profissional, Claudinho Macalé não parou de vez: segue mostrando suas qualidades no Masters da Ferroviária. 

Timaço de Masters da AFE: em pé: Narciso, Carlos, Alcides, Edmilson, Miltinho, Hermínio e Mauro Pastor; agachados: Claudinho, Edu Rosa, Marinho Rã, Bi, Gallo e Donato

Fontes:
Acervo de “Ferroviária em Campo”
Site oficial da Ferroviária: ferroviariasa.com.br/
Fotos: Hermínio Palombo; Ferroviária Master; Claudinho; Internet.
     
Pesquisa, elaboração e edição: 
Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

OS 37 ANOS DA SALA DO PASCHOAL



Sob o título acima, o jornalista e radialista Wilson Silveira Luiz traz a público informações valiosas e curiosas a respeito de como nasceu a Sala de Reminiscências Esportivas de Paschoal Gonçalves da Rocha. Paschoal encontrou no Wilson um grande apoio para consolidação de seu sonho.
“Ferroviária em Campo” abre espaço para o apreciado texto de Wilson Luiz.



OS 37 ANOS DA SALA DO PASCHOAL
    
Especial  Wilson Silveira Luiz
    
Em 1979, encontrei num cesto de lixo na antiga sede da AFE na Avenida Duque de Caxias, quase uma centena de fotos históricas da Ferroviária, incluindo a 1ª excursão pela Europa e África. 
O saudoso Paschoal Gonçalves da Rocha, em janeiro de 1980, participando do Programa Janela Esportiva, da Rádio Cultura, Avenida Espanha, me disse que estava juntando muitas fotos e que pensava em organizar uma sala para expor esses registros.
Aproveitei e lhe ofereci aquelas fotos encontradas num cesto de lixo na ex-sede da AFE. E em pouco tempo, o “Paschoalito” havia reservado um espaço em sua residência para a exposição que em pouco tempo tornou-se um dos maiores relicários fotográficos do esporte interiorano e um dos maiores do Brasil. 
A Sala foi inaugurada em maio de 1980, contando com o apoio de Vicente Michetti e apoio profissional de Benedito Reginaldo Viviani (Tetê).
A minha especial saudação à Dona Rose, aos filhos Arthur, Rogério, Valéria e meu afilhado Cesar.
Isso mesmo. Nossa amizade era tão sólida que o Paschoal me convidou para ser padrinho do agora jornalista formado pela Uniara, Cesar Ortega Gonçalves da Rocha.
A Sala que hoje está situada no Complexo Aquático Lucas Nogueira Garcez, na ARENA DA FONTE é visitada por muita gente interessada em conhecer detalhes preciosos da história do esporte amador e da Ferroviária, Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, etc. 
O pessoal da Torcida Coração Grená vai comemorar esses 37 anos de implantação da Sala, no sábado, dia 27, às 14 horas, na ARENA DA FONTE.
Parabéns Marcos Vintecinco, Rodrigo Sossolote e outros componentes da Coração Grená (nome sugestivo que faz lembrar do próprio Paschoal que tinha na AFE a sua grande paixão, além da família). 







Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

OS HERÓIS DO 3º ACESSO (2015)




Oito estados e o DF na conquista da Locomotiva

24 jogadores atuaram nos 19 jogos disputados pela Ferroviária para alcançar a Série A1 do Campeonato Paulista. 

Predominância de paulistas (11) no elenco. E mais: 3 mineiros, 2 baianos, 2 goianos, 2 matogrossenses do sul, 1 sergipano, 1 alagoano, 1 piauiense e 1 brasiliense. 

Um único araraquarense entrou em campo, na batalha da A2, e em apenas uma partida: Vinícius Corrêa.


        
     
    
     
    
     
     
     
    


Fonte:
Livro "FERROVIÁRIA EM CAMPO - TRICAMPEÃ DO ACESSO"

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

terça-feira, 16 de maio de 2017

PRESENÇA DA FERROVIÁRIA EM COMPETIÇÕES NACIONAIS


(Seus artilheiros nas disputas nacionais)




Quantas vezes a Ferroviária de Araraquara participou do Brasileirão?
    
Resposta: Uma vez, em 1983, quando o Campeonato Nacional recebeu a denominação de Taça de Ouro.

Quantas vezes a Ferroviária de Araraquara participou do Campeonato Brasileiro da Série B?
   
Resposta: Três vezes, sendo que nas duas primeiras o Brasileiro da Série B era denominado Taça de Prata: em 1980, 1981 e 1995.

Quantas vezes a Ferroviária de Araraquara fez parte do Campeonato Brasileiro da Série C?
    
Resposta: Três vezes, sendo que na última delas não passou da fase paulista, jogando apenas contra adversários do estado de São Paulo: em 1988, 1994 e 2002.

Quantas vezes a Ferroviária de Araraquara disputou a Copa do Brasil?
       
Resposta: Em três oportunidades, sendo que na primeira e na terceira vezes não passou da primeira fase; na segunda vez, alcançou a segunda fase da competição: 2007, 2016 e 2017.

RESUMINDO:
   
A Ferroviária de Araraquara participou de 10 edições de competições de caráter nacional:
- Uma edição do Campeonato Brasileiro da Série A;
- Três edições do Campeonato Brasileiro da Série B;
- Três edições do Campeonato Brasileiro da Série C; e
- Três edições da Copa do Brasil.

MELHOR COLOCAÇÃO:
    
A melhor colocação conseguida pela Ferroviária, em competições nacionais, deu-se no ano de 1994, no certame da Série C, quando ficou com o vice-campeonato.

MELHOR CAMPANHA:
    
A melhor campanha afeana, em disputas nacionais, ocorreu em 1983, justamente na mais difícil de todas, uma vez que a Taça de Ouro era a principal divisão do futebol brasileiro.
Jogando 20 vezes contra os melhores times do Brasil, a Locomotiva obteve o primeiro lugar de seu grupo nas duas primeiras fases do campeonato, sendo desclassificada somente na terceira etapa.
Ganhou 9 jogos, empatou 6 e perdeu 5, marcando 27 gols e sofrendo 22.

ARTILHEIROS DA FERROVIÁRIA NAS 10 DISPUTAS NACIONAIS
              
D. Onça
1 – Taça de Prata de 1980: DOUGLAS ONÇA, 8 gols
2 – Taça de Prata de 1981: RADAR, 3 gols
3 – Taça de Ouro de 1983: MARCÃO, 8 gols
4 – Campeonato Brasileiro da Série C de 1988: VONEI e CHICÃO, 2 gols
5 – Campeonato Brasileiro da Série C de 1994: SERGINHO, 4 gols
Marcão
6 – Campeonato Brasileiro da Série B de 1995: RICARDO DIAS, 2 gols
7 – Campeonato Brasileiro da Série C de 2002 (Fase Paulista): MARCOS ALEMÃO e GIBA, 2 gols 
8 – Copa do Brasil de 2007: LEANDRO DONIZETE, DOUGLAS RICHARD e RENATO CAJÁ, 1 gol 
9 – Copa do Brasil de 2016: TIAGO MARQUES, 3 gols
10 – Copa do Brasil de 2017: TIAGO MARQUES, 1 gol 



Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo” 
Foto de abertura: Douglas Onça

Pesquisa, elaboração e edição:
Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

QUEM FEZ MAIS GOLS PELA FERROVIÁRIA EM CADA EDIÇÃO DO PAULISTÃO?

 
(As maiores marcas dos artilheiros grenás no Campeonato Paulista)



Quem fez mais gols pela Ferroviária, em uma mesma edição do Paulistão foi PEIXINHO, com 26 tentos, em 1961. Ele só perdeu para o inigualável Pelé.
  
O segundo maior fazedor de gols afeano em uma mesma edição do certame paulista foi GOMES, autor de 23 gols no campeonato de 1956, o primeiro do qual a Ferroviária participou. 
  
A terceira posição é dividida por outros dois grandes “matadores”: BAIANO (Carmo Davi), no Paulistão de 1960, e TÉIA, no Paulistão de 1968, com 20 tentos cada. Téia foi o primeiro jogador da Ferroviária a tornar-se o maior artilheiro de um Campeonato Paulista. Ele deixou Pelé para trás, feito inédito porque o Rei do futebol vinha sendo artilheiro principal da competição há muitos anos. E foi um “matador” do Interior que conseguiu sobrepujar o maior jogador de futebol de todos os tempos, em gols marcados.
   
Além de Téia, que foi o artilheiro número 1 do Paulistão em 1968, a Ferroviária teve mais um goleador que ocupou o primeiro lugar em uma edição do Paulistão: Vonei, que em 1990 assinalou 12 tentos.

“Ferroviária em Campo” fez o levantamento dos grandes artilheiros afeanos no Campeonato Paulista. Eis a classificação dos principais goleadores, que anotaram 10 ou mais gols:
   
1º - PEIXINHO (26 gols, no C.P. de 1961)
2º - GOMES (23 gols, no C.P. de 1956)
3º - BAIANO (20 gols, no C.P. de 1960)
3º - TÉIA (20 gols, no C.P. de 1968 – 1º lugar do campeonato)
5º - BAZANI (18 gols, no C.P. de 1959)
6º - BAZANI (17 gols, no C.P. de 1957)
6º - PEIXINHO (17 gols, no C.P. de 1963)
8º - BAZANI (16 gols, no C.P. de 1958)
8º - MARCÃO (16 gols, no C.P. de 1985)
10º - LANCE (15 gols, no C.P. de 1971)
11º - ZÉ ROBERTO (13 gols, no C.P. de 1982)
12º - VONEI (12 gols, no C.P. de 1990, 1º lugar do campeonato)
12º - EDELVAN (12 gols, no C.P. de 1993)
14º - GALDINO (11 gols, no C.P. de 1979)
15º - BAZANI e PEIXINHO (10 gols, no C.P. de 1962) 
15º - DOUGLAS ONÇA (10 gols, no C.P. de 1981)
15º - VANDERLEI (10 gols, no C.P. de 1992) 

O atleta que mais vezes aparece como artilheiro principal da Ferroviária no Campeonato Paulista da principal divisão é BAZANI: 4 edições, em 1957, 1958, 1959 e 1962.
O segundo goleador mais frequente na liderança grená foi PEIXINHO: 3 edições, em 1961, 1962 e 1963. 

Embora com números não tão altos, mais um jogador conseguiu ser o maior artilheiro da Ferroviária em três edições do Paulistão: MARCÃO, em 1985, 1986 e 1988. 

ARTILHEIROS DA FERROVIÁRIA NO PAULISTÃO, ANO A ANO
     
1956 – Gomes, 23 gols
1957 – Bazani, 17 
1958 – Bazani, 16 
1959 – Bazani, 18 
1960 – Baiano, 20 
1961 – Peixinho, 26 
1962 – Bazani e Peixinho, 10 
1963 – Peixinho, 17 
1964 – Alencar, 8 
1965 – Tales e Felício, 7 
1967 – Téia e Almeida, 5 
1968 – Téia, 20 (1º lugar do Paulistão) 
1969 – Ismael, 7 
1970 – Cabinho, 6 
1971 – Lance, 15 
1972 – Itamar, 5 
1973 – Mário Augusto, 3 
1975 – Reinaldo, 9 
1976 – Zé Roberto e Tite, 6 
1977 – Wilson Carrasco, 8 
1978 – Nei Dias, Washington e Galdino, 5 
1979 – Galdino, 11 
1980 – Volnei e Washington, 9 
1981 – Douglas Onça, 10 
1982 – Zé Roberto, 13 
1983 – Mirandinha, 8 
1984 – Douglas Onça, 8 
1985 – Marcão, 16 
1986 – Marcão, 7 
1987 – Rubens Feijão, 7 
1988 – Marcão, 8 
1989 – Donato, 4 
1990 – Vonei, 12 (1º lugar do Paulistão) 
1991 – Paulinho Taiúva, 4 
1992 – Vanderlei, 10 
1993 – Edelvan, 12 
1994 – Otávio Augusto, 8 
1995 – Silvinho, 4 
1996 – Otávio Augusto, 6 
2016 – Rafinha, 5 
2017 – Tiago Marques, 5 


Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”
Fotos: Internet.

Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali