domingo, 30 de novembro de 2014

FESTA NA ARENA COM AS GUERREIRAS CAMPEÃS!









Com a Arena recebendo grande público, o cerimonial de entrada em campo da equipe de arbitragem e atletas das duas agremiações contou com fogos de artifício, muitos balões de ar e grande agitação da massa torcedora. A bela execução do Hino Nacional Brasileiro foi bastante aplaudida e a expectativa estava a mil para o início da importante decisão.






O que se vê, geralmente, em decisões de campeonato, é um futebol que não corresponde aos anseios maiores das torcidas, porque os contendores objetivam, antes de tudo, a obtenção de um resultado positivo. A qualidade do futebol no mais das vezes é comprometida.

Na decisão deste domingo, na Arena, Ferroviária e Kindermann desenvolveram um futebol de qualidade, com a sucessão frequente de bons lances de ambos os lados. E como decorrência, os gols foram acontecendo, todos de bela feitura, fazendo os torcedores acompanharem com vivo interesse e boa participação, aplaudindo e se manifestando vivamente.

As Guerreiras estiveram sempre no comando do placar, marcando primeiro, sofrendo empate, marcando de novo, sofrendo novo empate, mas voltando a ter vantagem.

Foram muitos os lances de emoção, numa decisão que agradou plenamente.






Com o apito final de Édina Alves Batista, a euforia tomou conta das Garotas Grenás, com o elenco todo correndo para o centro do gramado e iniciando a merecida comemoração. Muita gente dentro do campo, e fora dele a torcida festejava bastante.
Enquanto as adversárias catarinenses iam se retirando, sob expressivos aplausos da torcida, as Guerreiras foram se encaminhando para trás do gol dos fundos, onde se armou um local para as solenidades de entrega das medalhas e troféu.

Com a presença do ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, do prefeito municipal Marcelo Barbieri, além de outras autoridades esportivas, realizou-se a cerimônia de encerramento da competição, acompanhada pelos torcedores, que permaneceram no estádio.

Enfim, uma festa para permanecer retida na memória dos esportistas de Araraquara por se tratar de uma conquista de alto significado.








Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

MUITA VIBRAÇÃO NA ARENA: FERROVIÁRIA, CAMPEÃ DO BRASIL!




O domingo esportivo em Araraquara foi marcado por muita vibração de uma grande torcida que compareceu à Arena Fonte Luminosa, para prestigiar a decisão do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino.

As Guerreiras Grenás, sob o comando do competente treinador Douglas Onça, confirmaram inteiramente o seu favoritismo e levantaram o caneco, ao ganharem bem do Kindermann, de Santa Catarina, pelo placar de 5 a 3.

O jogo teve um desenvolvimento bastante agradável, com os gols acontecendo lá e cá, premiando a aplicação das contendoras. Os tentos foram todos de bela feitura, encantando os torcedores.

Tratou-se de uma rara partida bem jogada, numa finalíssima de campeonato.
A Ferroviária esteve sempre à frente, comandando o escore e dando a impressão de que liquidaria a fatura com o correr do tempo

O Campeonato Brasileiro Feminino termina de modo apoteótico, premiando as melhores. O cenário foi de decisão e muito festivo, as autoridades esportivas e também políticas marcaram presença e o futebol lavrou um tento importante, principalmente no seu segmento feminino, carente de uma definitiva afirmação.

Parabéns, Guerreiras! Parabéns, Douglas Onça! Ganhar as duas competições promovidas pela CBF, num mesmo ano, não é para qualquer time, mas sim para um agrupamento de atletas competentes e orientadores idem. Oxalá tenhamos, nas próximas temporadas, a sequência desse futebol bem sucedido e bem gerido.




FICHA TÉCNICA

FERROVIÁRIA 5 x 3 KINDERMANN

Local: Fonte Luminosa, em Araraquara
Data/Horário: 30 de novembro às 16h30
Arbitragem: Édina Alves Batista, auxiliada por Maria Eliza Correia Barbosa e Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo

Cartões amarelos: Thaísa (25’/1º tempo) da Ferroviária;

Gols: Raquel (24’/1ºt e 45’/1ºt) e Rafa Travalão (30’/1ºt) para a Ferroviária, Cacau (28’/1ºt), Adriane Nenê (2' e 27'/2ºt), Gabi Portilho (42’/1ºt) e Camilinha (40/2ºt) para o Kindermann;

FERROVIÁRIA - Luciana, Daiane, Tayla (Marina), Géssica e Mônica; Thaísa (Paty), Beatriz, Maurine e Adriane Nenê; Raquel e Rafaela Travalão (Tábatha). Técnico: Douglas Onça.


KINDERMANN - Barbara; Raquel (Dany Helena), Mimi, Tuani e Barrinha; Sâmia (Dulce), Djeni e Andressinha; Gabi Portilho, Cacau (Mayara) e Camilinha. Técnico: Marcelo Frigério.






Fotos: Ferroviária em Campo

Ficha técnica: Sim News (Carlos André de Souza)

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

CLUBES DA CAPITAL DESFALCARAM A FERROVIÁRIA


No espaço de curto tempo, dois clubes da Capital de São Paulo deixaram a Ferroviária sem técnico. O presidente da Locomotiva, indignado, perguntou onde estava a ética dessas agremiações. Aconteceu em 1980. O assunto foi tratado em “Acontecências”, capítulo do livro Ferroviária em Campo – Breviário Grená, nos seguintes termos:


122 – CLUBES DA CAPITAL TIRAM DOIS TÉCNICOS DA FERROVIÁRIA

M. Travaglini

S. Clérice
Foi no início da temporada de 1980. A Ferroviária preparava-se para as disputas da Taça de Prata, equivalente, hoje, ao Campeonato Brasileiro da Série B. Sérgio Clérice, que havia dirigido o time no Paulistão/79, vinha trabalhando na orientação do elenco, quando apareceu o Palmeiras e o levou. A Ferroviária contratou Mário Travaglini, que dirigiu o time em cinco partidas e foi levado pela Portuguesa. 

J .C. Fescina
M. J. Malara
O presidente afeano, Mário Joel Malara, ficou revoltado: Onde está a ética desses clubes? – perguntou. E um terceiro técnico foi acertado: José Carlos Fescina. Apesar dos contratempos, a Locomotiva teve um desempenho muito bom, chegando às semifinais da Taça de Prata e terminando em terceiro lugar.



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"FERROVIÁRIA EM CAMPO - BREVIÁRIO GRENÁ"

AUTOR: Vicente Henrique Baroffaldi
ISBN - 978-85-7113-555-00
PÁGINAS: 310
EDITORA: PONTES
VALOR: R$ 35,00 (Livro (30,00 ) + frete (5,00))

PEDIDOS (Para quem reside fora de Araraquara):

ferroviariaemcampo@gmail.com
vicente.baroffaldi@gmail.com
www.facebook.com/ferroviariaemcampo1
(Pagamento via depósito bancário)


LOCAIS À VENDA EM ARARAQUARA: (30,00)

BANCA CENTRAL; Av. Duque esquina com São Bento
VAMOS LER: Rua São Bento - entre Duque e Espanha


Foto: Bolognafc / Folha.uol.com.br /  Nascionalsp / Speretta.adv.br 

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

MILTON CARDOSO PEITOU A ADVERSIDADE




EM TEMPO DE “VACAS MAGRAS”, MILTON CARDOSO PEITOU A ADVERSIDADE

Milton Cardoso
Ainda hoje atuante, integrando o Conselho Deliberativo da Ferroviária e representando a região junto à FPF, Milton Cardoso é um apaixonado pela agremiação de Araraquara. Teve coragem ao decidir presidi-la em tempos difíceis, contribuindo para que ela não cerrasse as portas. Ele realça o fato de ter peitado árbitro, pois na certa entende que isso personifica o seu amor pela Locomotiva e a sua defesa incondicional da associação. Recebeu a presidência em agosto de 1998 e nela permaneceu até abril de 2002, em tempos de A3 e B1. Entusiasta e participativo, o esportista Milton Cardoso, a exemplo do que sempre fez, segue organizando e integrando caravanas de torcedores quando a Ferroviária joga fora de Araraquara.


Esse é o tópico número 185 de Acontecências, capítulo do livro Ferroviária em Campo – Breviário Grená que traz 200 tópicos contendo muitas curiosidades a respeito da história da Locomotiva. Milton Cardoso, que recebeu a Ferroviária com dívida elevada e enfrentou as agruras das divisões inferiores do futebol paulista, aguentou o rojão e lutou bravamente para que o clube seguisse em atividade, não obstante as pressões sofridas, principalmente por parte dos muitos credores da agremiação.



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Foto: Tirada no Museu de Futebol e Esportes de Araraquara

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

PARELLI REVOLUCIONOU



Antônio Parelli Filho, presidente da Ferroviária de Araraquara por muitos anos, anos de elite, era um otimista incorrigível. Foi com essa característica positivista da personalidade que ele comandou a então Associação Ferroviária de Esportes, invariavelmente confiando em resultados satisfatórios. E foi o que aconteceu no início da década de 1980, conforme explicitado em dois tópicos do livro Ferroviária em Campo – Breviário Grená, transcritos a seguir:


Antônio Parelli Filho


130 – A “REVOLUÇÃO” DE PARELLI

Depois que a Ferroviária foi mal no Paulistão de 1981, terminando na 17ª colocação, o presidente Antônio Parelli Filho resolveu revolucionar o futebol afeano, procedendo a uma total renovação: dispensou 15 jogadores veteranos e promoveu oito ex-juvenis; trocou o técnico Roberto Brida por Sérgio Clérice; e mais tarde, percebendo que os jovens precisavam do apoio de alguns atletas experientes, reforçou o elenco com o volante Wilson e os pontas Zé Henrique e Bozó. Resultado: sucesso ao final do campeonato de 1982, conforme se verifica no tópico subsequente.

 
AFE 1982 - Em pé: Marinho Paranaense; Abelha; Vica; Hermínio; Zilinho ; Divino;  Agachados:  Marinho Rã; Miltinho;  Douglas Neves;  Sidinei Alástico;  Claudinho. 


131 – PASSAPORTE PARA A TAÇA DE OURO

Ao golear o Juventus, por 3 a 0, em plena rua Javari, no dia 4 de dezembro de 1982, a Ferroviária garantiu a sexta colocação do Campeonato Paulista e se qualificou para disputar, em 1983, a principal competição do futebol brasileiro, a então Taça de Ouro (Brasileirão). Teve uma destacada presença, que lhe conferiu, até hoje, o melhor rendimento (em média) no certame nacional, entre todos os clubes.




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AUTOR: Vicente Henrique Baroffaldi
ISBN - 978-85-7113-555-00
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Fotos: Tiradas no Museu de Futebol e Esportes de Araraquara

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

terça-feira, 25 de novembro de 2014

AGRADÁVEL SURPRESA PARA A REGIÃO: ARARAQUARA, RIBEIRÃO PRETO E ITÁPOLIS TERÃO JOGOS DECISIVOS NO PRÓXIMO FINAL DE SEMANA


(Oeste x Joinville-SC, Botafogo x Santo André e Ferroviária x Kindermann-SC tornam o Interior de São Paulo o palco de sugestivas e importantes decisões)


Trata-se de uma coincidência... uma agradável coincidência: três cidades do Interior de São Paulo, próximas entre si, serão sedes de jogos importantes e decisivos de três competições futebolísticas, duas de âmbito nacional e uma de caráter estadual.


DECISÃO EM ITÁPOLIS

Pela última rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, jogarão sábado, dia 29 de novembro, a partir de 16h20, na cidade de Itápolis, os times representativos do Oeste e do Joinville. A partida é decisiva para os dois, pois enquanto o Oeste briga para não cair, o Joinville tenta arrancar um empate que o consagre como campeão. O Oeste está dois pontos acima da zona da degola e terá de se superar para segurar o primeiro colocado, o tricolor catarinense. 
Se o Oeste vencer, além de escapar poderá ajudar um outro clube paulista a levantar o título de campeão, a Ponte Preta, que se situa na segunda colocação, dois pontos atrás do Joinville. Portanto, o encontro se reveste de capital importância. Um triunfo do Joinville o torna campeão, tira as chances da Macaca campineira e pode significar o rebaixamento do rubronegro de Itápolis. Tudo o que os paulistas não desejam e lutarão para que não aconteça. Um detalhe que envolve Araraquara nessa decisão: o Joinville ficará hospedado na Morada do Sol.



DECISÃO EM RIBEIRÃO PRETO

A Califórnia brasileira será palco do jogo final da Copa Paulista. Botafogo e Santo André se enfrentam no estádio Santa Cruz, a partir das 10 horas do domingo, dia 30 de novembro. Tendo obtido um ótimo resultado fora de casa, no primeiro jogo – empate por 1 a 1 – o tricolor de Ribeirão Preto ganha um certo favoritismo por decidir em casa, embora seja 
necessário lembrar que, na semifinal, o Santo André empatou em casa e acabou ganhando bem – 2 a 0 – ao realizar o segundo jogo fora, em Piracicaba, contra o Nhô Quim. Um jogo que promete ser vibrante e de bom nível técnico, envolverá dois tradicionais clubes do futebol bandeirante, sendo que o Ramalhão já possui um título, obtido em 2003, enquanto o Botafogo tenta sua primeira conquista. Grande público deverá comparecer ao Santa Cruz, na manhã do domingo.



DECISÃO EM ARARAQUARA

E a Morada do Sol também terá a sua decisão no domingo, só que à tarde, a partir de 16h30. A Arena Fonte Luminosa será palco de mais um jogo de decisão envolvendo as Guerreiras Grenás, que se notabilizaram  ultimamente conseguindo títulos de relevância e que podem culminar, agora, com mais uma significativa conquista. Será o último jogo do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, colocando frente a frente a Ferroviária/Fundesport e o Kindermann, de Fraiburgo, Santa Catarina. As Guerreiras estabeleceram uma goleada – 3 a 0 – jogando na cidade catarinense, passando a contar com uma enorme vantagem já que poderão perder por uma diferença de até dois gols. 
Não é, evidentemente, o que esperam os seus entusiasmados torcedores, após os feitos somados pelas comandadas de Douglas Lima Onça. A Ferroviária é a maior campeã do futebol paulista, tendo levantado quatro campeonatos, o que nenhuma outra agremiação conseguiu na história do futebol feminino em São Paulo. E neste 2014, as Guerreiras ergueram o troféu da Copa do Brasil, na sua primeira conquista de caráter nacional, partindo agora para outro feito notável que seria o título de campeãs do Campeonato Brasileiro. Num mesmo ano, Araraquara esportiva vibraria com duas conquistas nacionais, em certames da CBF, através do futebol de primeira grandeza jogado atualmente pelas garotas que vestem a gloriosa camisa grená da Ferroviária.


TOUR ESPORTIVO

Fanáticos pelo futebol e turistas animados podem até pensar em empreenderem um tour pelo Interior paulista, no final de semana, uma vez que os jogos de Itápolis, Ribeirão Preto e Araraquara serão realizados em períodos distintos: sábado à tarde, domingo de manhã e domingo à tarde, respectivamente.


O CRESCIMENTO DO FUTEBOL DE SANTA CATARINA

Salta à vista a ascensão do futebol catarinense. Vários são os clubes do estado sulista que disputam os dois mais importantes campeonatos nacionais: na Série A, Figueirense, Chapecoense e Criciúma; na Série B, Joinville e Avaí. E no futebol feminino, o Kindermann em destaque. Se o Criciúma está caindo, o Joinville está subindo, garantindo a presença de três agremiações de Santa Catarina entre as 20 principais do país. Nesses jogos de decisão, dois clubes catarinenses estarão em ação, medindo forças com os paulistas, e não por acaso.


Fotos: Eucurtofutebolfeminino.blogspot.com (1)

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali



CILINHO COMEÇOU NA FERROVIÁRIA


Um grande burilador de jovens atletas, formador de futebolistas esmerado, Cilinho (foto) teve como primeiro clube profissional a Ferroviária de Araraquara. Preparou o elenco afeano para a difícil disputa da divisão de acesso do futebol paulista, em 1966. Embora deixasse a agremiação antes de se iniciar o campeonato, Cilinho foi o responsável pela montagem do time. Quando Agenor Gomes, ex-goleiro Manga, que atuou pelo Santos FC, chegou a Araraquara para dirigir o time, encontrou um trabalho de preparação muito bem feito.

O livro Ferroviária em Campo – Breviário Grená aborda o início profissional de Cilinho no tópico 53 do capítulo “Acontecências”:


53 – CILINHO COMEÇOU NA FERROVIÁRIA

O primeiro time profissional de Cilinho como treinador foi a AFE, no primeiro semestre de 1966. Ele montou o elenco e se foi. A agremiação presidida por Aldo Comito contratou, então, Agenor Gomes (ex-goleiro Manga, do Santos) para a difícil missão da volta à Divisão Especial. Cilinho já havia dirigido o Gazeta, time muito forte da várzea de Campinas, e também os juvenis da Ponte. Mas, um seu colega e amigo do Gazeta, Zé do Pito, o indicou a Aldo Comito, que confiou na indicação. Cilinho fez um excelente trabalho de preparação do time, que acabou, com Manga, voltando à Especial. Era o início de Cilinho como autêntico lapidador de jovens talentosos. Irreverente, controvertido, mas antes de tudo muito competente, Cilinho alcançaria o auge no São Paulo, em 1984, lançando jogadores como Muller, Silas, Sidney e Nelsinho, que se tornaram os Menudos do Morumbi.





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Fotos: Revista Placar

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O ARROJO DE ROSAN



Um goleiro destemido, tido por muitos como o melhor da Ferroviária na posição, em todos os tempos, ROSAN pagou caro, em inúmeras ocasiões, pelo seu arrojo. Era corriqueiro Rosan abafar a pelota nos pés dos avantes adversários, arriscando sua integridade física, mormente ao se defrontar com atacantes impetuosos e rompedores.
Num jogo contra o SPFC, Rosan sofreu grave contusão ao colidir com Gino, que não refreou e se lançou com tudo, atingindo o rosto do guardião.

O “Breviário Grená”, no capítulo “Acontecências, relembra três episódios difíceis para o eficiente goleiro afeano.


JOGADA VIOLENTA DE GINO E ROSAN FRATURA O NARIZ

Na expressiva vitória grená – 3 a 1 – sobre o São Paulo, em plena capital, em 28 de agosto de 1960, um triste episódio se registrou: Rosan foi violentamente atingido no rosto pelo ímpeto descontrolado do centroavante Gino, sofrendo fratura do nariz e afundamento do malar.




BALÃO DE OXIGÊNIO PARA ROSAN

Foi no dia 30 de agosto de 1959, na cidade de Jaú, em jogo que terminou 0 x 0. Num choque com Valtinho, do Galo da Comarca, o goleiro Rosan contundiu-se com certa gravidade. Foi preciso utilizar um balão de oxigênio para reanimar o guardião, que, após oito minutos de bola parada, voltou a jogar. O detalhe interessante é que o árbitro não acrescentou a paralisação no tempo de jogo.




O DESMAIO DE ROSAN

A Ferroviária ganhou os cinco primeiros jogos realizados no Paulistão de 1959. Foi a Campinas, para o sexto compromisso, enfrentar o Guarani. Fez um mau primeiro tempo, perdendo de 2 a 0. No intervalo do jogo, no vestiário, Rosan desmaiou e voltou para o segundo período sob o efeito de injeções. Logo aos três minutos, Benny diminuiu o escore, mas a AFE conheceu a sua primeira derrota no certame. Era tão boa a sua campanha que ainda assim permaneceu na primeira colocação, só que, então, na companhia de Palmeiras, Portuguesa e Comercial (RP), todos com dois pontos perdidos. Santos, São Paulo, Corinthians e Portuguesa Santista ainda não tinham entrado no campeonato, atestando a bagunça que era o calendário (pior que hoje).


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Fotos: Terceiro Tempo - Que fim levou?/ Estadão

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali