terça-feira, 30 de setembro de 2014

ESTÁ NO BREVIÁRIO: A FERRINHA GANHOU O TROFÉU DECÊNCIA




No livro “Ferroviária em Campo – Breviário Grená”, um dos capítulos intitula-se “Acontecências”.  Nele, muitas curiosidades, pouco conhecidas ou lembradas, a respeito da história da Ferroviária, são mostradas aos leitores. Eis uma delas:



“108 – TROFÉU DECÊNCIA

Com o passar do tempo, acabou no esquecimento, mas a Ferroviária recebeu um troféu com este nome: Troféu Decência. Foi o E.C. Noroeste, de Bauru, outra agremiação de origem ferroviária, quem presenteou os afeanos, no dia 18 de julho de 1976, na Cidade Sem Limites, antes de um jogo válido pelo Paulistão. Mas por que Troféu Decência? Porque, ao empatar com o Santos, em plena Vila Belmiro (0 x 0), em 3 de julho daquele ano, na última rodada do primeiro turno, a Ferrinha ajudou o Norusca  a se classificar para o segundo turno, eliminando o Santos. Tal troféu poderia também ser denominado Troféu Eficiência.”

O capítulo “Acontecências” apresenta 200 tópicos com muitos lances interessantes a respeito da vida afeana, ao longo de 64 anos. Conforme as pesquisas avançavam, as novidades iam surgindo. O Troféu Decência foi uma das mais interessantes descobertas.

Nesse trabalho de fôlego, destaque-se a aplicação de Paulo Luís Micali, determinado a colaborar efetivamente com o projeto de mais um livro sobre a gloriosa e querida Ferroviária de Araraquara.




FERROVIÁRIA EM CAMPO - BREVIÁRIO GRENÁ

AUTOR: Vicente Henrique Baroffaldi
ISBN - 978-85-7113-555-00
PÁGINAS: 310
EDITORA: PONTES
VALOR: R$ 35,00 (Livro (30,00 ) + frete (5,00))

PEDIDOS (Para quem reside fora de Araraquara):
ferroviariaemcampo@gmail.com
vicente.baroffaldi@gmail.com
www.facebook.com/ferroviariaemcampo1
(Pagamento via depósito bancário)

LOCAIS À VENDA EM ARARAQUARA: (30,00)
BANCA CENTRAL; Av. Duque esquina com São Bento
VAMOS LER: Rua São Bento - entre Duque e Espanha


Fonte:

“Ferroviária em Campo – Breviário Grená”, livro de Vicente Henrique Baroffaldi

Ilustração desta matéria: Paulo Luís Micali

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

LANÇAMENTO: LIVRO "FERROVIÁRIA EM CAMPO - BREVIÁRIO GRENÁ"



“Ferroviária em Campo – Breviário Grená” - Capa


Passados quatro anos e computando mais quatro livros lançados em curto espaço de tempo, Vicente Henrique Baroffaldi volta à cena literária esportiva com “Ferroviária em Campo – Breviário Grená”, sequenciando a sua obra de estreia (Ferroviária em Campo -  Seis décadas de futebol da Ferroviária de Araraquara), que acabou, de certa forma, virando marca registrada, dando origem a este blog e ao facebook com o mesmo nome, que, desde então, atualizam os torcedores com novas (e velhas) notícias sobre a Ferroviária.

“Ferroviária em Campo – Breviário Grená” é mais uma homenagem prestada aos torcedores da Locomotiva, que apesar de não verem, há muito tempo, seu time na divisão maior do futebol paulista, não esmorecem,  resistem e seguem venerando o manto grená.

Para este novo livro, foram ampliadas  as fontes de pesquisas, muito além dos periódicos locais e do vasto arquivo pessoal do autor. Com os achados, não só foi atualizada a cronologia da Locomotiva como também criado o capítulo “Acontecências”, um dos grandes destaques da obra. Em tópicos curtos, gostosos e fáceis de ler, são contadas 200 passagens da história da Ferroviária, sobre as glórias e os maus momentos também. Ao terminar de ler o capítulo, tem-se a sensação de que quase toda história grená foi ali contada, de maneira muito simples. Desde a rápida ascensão  ao declínio através dos tempos. Trará, certamente, grandes lembranças aos torcedores saudosistas.

O autor faz uma viagem pela história da Ferroviária, listando todos os jogos realizados em competições oficiais, jogos internacionais, torneios amistosos e os principais amistosos. As três melhores participações no Campeonato Paulista são destacadas com as escalações e os artilheiros da Ferroviária em todas as partidas.  Jogos decisivos (com título em disputa) e a campanha na Taça de Ouro  reúnem as súmulas completas das partidas. É feita ainda uma seleção dos  jogos mais importantes da AFE; nestes, além das súmulas, são  apresentados detalhes ou ocorrências de cada peleja .


“Ferroviária em Campo – Breviário Grená” - Quarta Capa


Um dos capítulos é dedicado aos heróis dos acessos de 1955 e 1966,  apresentando as biografias (com dados básicos) e as fotos da época dos atletas que fizeram parte das duas campanhas vitoriosas. Num levantamento minucioso, são listados os jogadores  que compuseram os elencos da Ferroviária, ano a ano.  Os artilheiros (dos primeiros tempos, da fase áurea  e os mais recentes) também ganham destaque neste trabalho. Outra novidade: os maiores públicos a presenciarem a agremiação da Morada do Sol.

As Guerreiras Grenás, que com muita competência têm conquistado grandes títulos nos últimos anos, são lembradas com a campanha vitoriosa na Copa do Brasil de 2014.


Enfim, o conteúdo deste livro é vasto, diversificado, riquíssimo em informações e detalhes. Uma obra esmerada que vai agradar e surpreender os admiradores da Ferroviária de Araraquara e amantes do futebol interiorano. Torcedores grenás e ex-jogadores terão a oportunidade de se emocionar revivendo grandes momentos e também os acontecimentos que já sinalizavam para a atual situação, não só da Ferroviária, mas comum à maioria das agremiações do Interior.  O autor traz às nossas mãos uma obra que não pode faltar no acervo dos afeanos, servindo de referência para projetos futuros. Parabéns à Ferroviária, que em suas fileiras possui torcedores dedicados a eternizar sua história.




Vicente Henrique Baroffaldi


Sobre o Autor:

Vicente Henrique Baroffaldi, nascido em 28 de julho de 1947, em Araraquara (SP), teve um engajamento nos meios esportivos de sua cidade natal por mais de duas décadas (1965 a 1986).

Como consequência das atividades no setor, vem nos últimos anos registrando suas experiências em livros, todos editados pela Pontes Editores – Ferroviária em Campo (2010), O Alviceleste do Carmo (2011), São Paulo Internacional (2012) e O Futebol na Terra do Sol (2013), além de um ensaio fora do esporte com a obra A Deusa Vida/Solidão Cósmica (2012), lançado pela mesma editora.


FICHA DO LIVRO:

FERROVIÁRIA EM CAMPO - BREVIÁRIO GRENÁ

AUTOR: Vicente Henrique Baroffaldi
ISBN - 978-85-7113-555-00
PÁGINAS: 310
EDITORA: PONTES
PEDIDOS (Para quem reside fora de Araraquara):
ferroviariaemcampo@gmail.com
vicente.baroffaldi@gmail.com
www.facebook.com/ferroviariaemcampo1
VALOR: R$ 35,00 (Livro (30,00 ) + frete (5,00))
(Pagamento via depósito bancário)

LOCAIS À VENDA EM ARARAQUARA: (30,00)
BANCA CENTRAL; Av. Duque esquina com São Bento
VAMOS LER: Rua São Bento - entre Duque e Espanha



Texto: Paulo Luís Micali

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

OS JOGOS DE CARECA CONTRA A FERROVIÁRIA





Revelado no futebol amador de Araraquara, Antônio de Oliveira Filho, o Careca, não passou pela Ferroviária antes de migrar para outros centros futebolísticos, ensejando grande frustração na torcida afeana.

Careca (Garoto)
Nascido em 1960, o jovem Careca deixou a cidade em 1978, contratado pelo Guarani FC de Campinas. Transferido para o São Paulo FC em 1983, permaneceu no tricolor paulista até 1987, quando então seguiu para o Napoli, onde, jogando com Maradona, alcançou a consagração definitiva, visto que também envergou com brilhantismo a camisa da Seleção Brasileira.

De 1978 a 1987, enquanto defendeu Guarani e São Paulo, Careca cruzou 13 vezes com a equipe de sua cidade natal, a Ferroviária.

Colecionou oito vitórias, perdeu duas e empatou três vezes. Assinalou seis gols, sendo dois pelo Guarani e quatro pelo São Paulo.

Defendendo o Guarani, Careca ganhou quatro vezes da Ferroviária, empatando uma vez e perdendo outra (num jogo amistoso).

Com a camisa do São Paulo, o competente atacante somou quatro vitórias, empatou em duas oportunidades e foi derrotado somente uma vez.




Súmulas dos 13 jogos de Careca contra a Ferroviária de Araraquara:

 
Careca (Guarani)


1 – Guarani 1 x 0 Ferroviária

Data – 30 de setembro de 1979, domingo, 16 horas
Local – Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista/Segundo Turno
Árbitro – Nilo Alexandre Mendes
Renda – Cr$ 273.610,00
Público – 5.995 pagantes e 1.281 menores
Gol – Zé Carlos, 15’ do 2º tempo
Guarani – Neneca; Flavinho, Gomes, Edson e Miranda; Zé Carlos, Renato e Zenon; Capitão, Careca e Vicente (Bozó). Técnico: Carlos Alberto Silva
Ferroviária – Tião; Carlos, Sérgio Miranda, Samuel e Luís Florêncio; Nandes, Paulo César e Lavinho; Parraga (Bispo), Serginho e Galdino (Toninho). Técnico: Sérgio Clérice


2 – Ferroviária 1 x 0 Guarani

Data – 15 de fevereiro de 1980, sexta-feira, 21 horas
Local – Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Finalidade – Amistoso Estadual
Árbitro – Dulcídio Wanderley Boschillia
Renda – Cr$ 41.680,00
Público – 876 pagantes
Gol – Douglas Onça, 16’ do 1º tempo
Ferroviária – Tião; Carlos, Sabará, Samuel e Luís Florêncio (Sérgio Miranda); Nandes, Douglas Onça (Zé Roberto) e João Carlos; Paulo Borges (Bispo), Toninho (Coquinho) e Galdino. Técnico: Sérgio Clérice
Guarani – Birigui; Flavinho (Toninho Belini), Gomes, Edson e Odair; Paulo César (Salomão), Péricles e Zenon; Gersinho (Nardela), Careca e Banana. Técnico: Cláudio Garcia
Obs.: Jogo que valeu como parte do pagamento do passe do volante grená Paulo César Oliveira, que havia sido vendido para o Guarani.


3 – Ferroviária 0 x 1 Guarani

Data – 05 de junho de 1980, quinta-feira, 16 horas
Local – Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista/Primeiro Turno
Árbitro – Emídio Marques de Mesquita
Renda – Cr$ 224.910,00
Público – 3.786 (2.913 pagantes e 873 menores)
Gol – Careca, 42’ do 1º tempo
Ferroviária – Sérgio; Carlos, Miranda, Samuel e Luís Florêncio; Nandes, Washington (Zé Roberto) e Lavinho; Paulo Borges (Wilson), Volnei e Bispo. Técnico: Diede Lameiro
Guarani – Birigui; Miranda (Ariovaldo), Gomes, Odair e Almeida; Edson, Nardela e Paulo César; Frank, Careca e Capitão. Técnico: Carlos Castilho


4 – Guarani 2 x 0 Ferroviária

Data – 17 de agosto de 1980, domingo, 16 horas
Local – Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista/Segundo Turno
Árbitro – João Leopoldo Ayeta
Renda – Cr$ 479.320,00
Público – 6.484 (6.461 pagantes e 23 menores)
Gols – Capitão, 15’ e 29’ do 1º tempo
Guarani – Dorival; Chiquinho, Magalhães, Edson e Miranda (Almeida); Paulo César (Edmar), Jorge Mendonça e Ângelo; Capitão, Careca e Bozó. Técnico: Zé Duarte
Ferroviária – Tião; Marinho, Carlos, Sérgio Miranda e Luís Fernando (Vica); Nandes, Volnei e Washington; Paulo Borges, Radar (Zé Roberto) e Bispo. Técnico: Diede Lameiro


5 – Ferroviária 2 x 2 Guarani

Data – 20 de setembro de 1981, domingo, 16 horas
Local – Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista
Árbitro – Nilson Cardoso Bilha
Renda – Cr$ 590.100,00
Público – 3.202 (3.152 pagantes e 51 menores)
Gols Ferroviária – Fantato, 19’ e Toninho, 38’ do 2º tempo
Gols Guarani – Henrique, 33’ e Jorge Mendonça, 42’ do 1º tempo
Ferroviária – Luís Fernando; Gérson, Carlos, Samuel e Divino; Zé Carlos, Washington (Douglas Onça) e Zé Roberto; Sílvio (Toninho), Fantato e Bispo. Técnico: Dudu
Guarani – Sidmar; Chiquinho, Mauro, Edson e Almeida; Ederson, Henrique (Ernani Banana) e Jorge Mendonça; Frank, Careca e Ângelo. Técnico: Zé Duarte


6 – Ferroviária 0 x 3 Guarani

Data – 20 de novembro de 1982, sábado, 16 horas
Local – Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista/Segundo Turno
Árbitro – Roberto Nunes Morgado
Renda – Cr$ 1.780.300,00
Público – 5.500 (4.783 pagantes e 717 menores)
Gols – Otávio, 8’, Aílton Lira, 43’ e Careca, 45’ do 2º tempo
Ferroviária – Abelha; Marinho, Fernando, Pinheirense e Zé Rubens; Wilson, Douglas Onça e Zé Roberto (Fantato); Claudinho, Marcão e Bozó (Zilinho). Técnico: Diede Lameiro
Guarani – Sídnei; Otávio, Odair, Wilson Gotardo e Zé Mário; Darci (Aílton Lira), Vilson Tadei e Delém; Lúcio (Toninho), Careca e Ernani Banana


Careca (São Paulo)


7 – São Paulo 3 x 1 Ferroviária

Data – 13 de abril de 1983, quarta-feira (noite)
Local – Morumbi, em São Paulo (SP)
Finalidade – Taça de Ouro (Campeonato Brasileiro)
Árbitro – Valquir Pimentel (RJ)
Renda – Cr$ 12.097.950,00
Público – 21.224 pagantes
Expulsões – Marcão (AFE), 15’/1º; Gassem (SP), 15’/1º
Gol AFE – Douglas Onça (pênalti), 33’ do 2º
Gols SP – Renato, 27’ e Zé Mário, 37’ do 1º; e Careca, 1’ do 2º
São Paulo – Valdir Peres; Paulo, Gassem, Dario Pereyra e Nelsinho; Luís Gustavo, Renato e Zé Mário; Paulo César (Agnaldo), Careca e Zé Sérgio. Técnico: José Poy
Ferroviária – Abelha; Marinho Paranaense, Fernando, Pinheirense e Zé Rubens; Júnior, Douglas Onça e Sídnei (Régis); Jorginho (Zilinho), Marcão e Claudinho. Técnico: Sebastião Lapolla


8 – Ferroviária 0 x 4 São Paulo

Data – 20 de abril de 1983, quarta-feira (noite)
Local – Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Finalidade – Taça de Ouro (Campeonato Brasileiro)
Árbitro – Tito Rodrigues (PR)
Renda – Cr$ 2.926.700,00
Público – 6.468
Gols – Heriberto, 15’/1º; Zé Sérgio, 36’, Renato, 44’ e Careca, 45’ do 2º
Ferroviária – Abelha; Marinho Paranaense, Arouca, Pinheirense e Divino (Beto Faísca); Sídnei, Douglas Onça e Zilinho (Régis); Cláudio, Marcão e Bozó. Técnico: Sebastião Lapolla
São Paulo – Valdir Peres; Luís Gustavo, Gassem, Dario Pereyra e Nelsinho; Almir, Renato e Heriberto; Paulo César, Careca e Zé Sérgio


9 – Ferroviária 1 x 1 São Paulo

Data – 06 de agosto de 1983, sábado, 20 horas
Local – Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista/Primeiro Turno
Árbitro – Romualdo Arppi Filho
Renda – Cr$ 1.681.900,00
Público – 2.959 pagantes e 433 menores
Gol AFE – Vica, 5’ do 1º; Agnaldo, 8’ do 2º
Ferroviária – Luís Fernando; Aloísio, Vica (Marco Antônio), Pinheirense e Zé Rubens; Júnior, Sídnei e Douglas Onça; Felipe (João Henrique), Toninho e Claudinho. Técnico: Tadeu de Carvalho (interino)
São Paulo – Valdir Peres; Getúlio, Gassem, Dario Pereyra e Nelsinho; Humberto, Zé Mário e Renato; Agnaldo, Careca (Marcão) e Zé Sérgio


10 – São Paulo 3 x 0 Ferroviária

Data – 16 de outubro de 1983, domingo à tarde
Local – Morumbi, em São Paulo (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista/Segundo Turno
Árbitro – Emídio Marques de Mesquita
Renda – Cr$ 2.728.100,00
Público – 5.240 pagantes e 970 menores
Expulsão – Toninho (AFE), 5’/2º tempo
Gols – Newton, 17’ e Renato, 36’ do 1º; e Renato, 36’ do 2º
São Paulo – Valdir Peres; Getúlio, Oscar, Dario Pereyra e Nelsinho; Humberto, Agnaldo e Renato; Newton (Marcão), Careca e Zé Sérgio (Sídnei). Técnico: Mário Travaglini
Ferroviária – Valter Dib; Orlando Fumaça, Arouca, Pinheirense e Divino; Vitor Hugo, Zilinho (Claudinho) e Luís Carlos Gaúcho (Júnior); Toninho, Mirandinha e Cuca. Técnico: Diede Lameiro


11 – Ferroviária 3 x 1 São Paulo

Data – 20 de outubro de 1984, sábado, 16 horas
Local – Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista/Segundo Turno
Árbitro – Ilton José da Costa
Renda – Cr$ 14.310.000,00
Público – 5.035 pagantes e 1.677 menores
Expulsão AFE – Claudinho, 40’/2º
Expulsões SP – Oscar, Nelsinho e Pita
Gols AFE – Douglas Onça, 35’ e 39’ do 1º e 50’ do 2º
Gol SP – Dario Pereyra (pênalti), 10’/1º
Ferroviária – Ivan; Paulinho, Marco Antônio, Beto Fuscão e Milton; Ivaldo, Sídnei e Douglas Onça; Claudinho, Freitas (Paulo César) e Bozó. Técnico: Roberto Brida
São Paulo – Barbiroto; Fonseca, Oscar, Dario Pereyra e Nelsinho; Márcio Araújo (Paulo Roberto), Pita e Renato (Casagrande); Geraldo, Careca e Sídnei. Técnico: Cilinho


12 – Ferroviária 0 x 0 São Paulo

Data – 07 de agosto de 1985, quarta-feira (noite)
Local – Fonte Luminosa, em Araraquara (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista/Primeiro Turno
Árbitro – José de Assis Aragão
Renda – Cr$ 37.825.000,00
Público – 7.565 pagantes e 2.188 menores
Ferroviária – Washington; Balu, Mauro Pastor, Marco Antônio e Nonoca (Divino); Sídnei, Cardim e Wilson Carrasco; Serginho Dourado, Marcos Ferrugem (Vitor) e Nenê. Técnico: Bazani
São Paulo – Gilmar; Éder Taino, Fonseca, Dario Pereyra e Nelsinho; Márcio Araújo, Pianelli e Pita; Geraldo, Careca e Sídnei. Técnico: Cilinho


13 – São Paulo 4 x 2 Ferroviária

Data – 17 de outubro de 1985, quinta-feira à noite
Local – Morumbi, em São Paulo (SP)
Finalidade – Campeonato Paulista/Segundo Turno
Árbitro – Osvaldo dos Santos Ramos
Renda – Cr$ 106.940.000,00
Público – 9.009
Gols AFE – Marcão, 16’/1º e Serginho Dourado, 11’ do 2º
Gols SP – Careca, 42’ e Muller, 44’ do 1º; Muller, 28’ e Careca, 34’ do 2º
São Paulo – Gilmar; Rubens, Oscar, Dario Pereyra e Nelsinho; Márcio Araújo (Sídnei), Pianelli e Pita; Muller, Careca e Silas. Técnico: Cilinho
Ferroviária – Washington; Balu, Mauro Pastor, Marco Antônio e Nonoca; Paulo Martins (Serginho Dourado), Sídnei e Wilson Carrasco; Botelho, Marcão e Nenê. Técnico: Bazani



Fonte:

Arquivo pessoal
Fotos: O Futebol na Terra do Sol (Vicente H. Baroffaldi)/ Internet

Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

domingo, 21 de setembro de 2014

FERROVIÁRIA: JOGA MAL, TOMA GOL NO FIM DO JOGO, PERDE A LIDERANÇA DO GRUPO E A MELHOR CAMPANHA DA COPA PAULISTA.


CONSEQUÊNCIA:  GANHA DE PRESENTE O GRUPO TEORICAMENTE MAIS FÁCIL DA COMPETIÇÃO.

Adriano Paulista tenta a jogada neste domingo na Fonte. Foto: Leonardo Fermiano

Mesmo jogando mal, a Ferroviária ia conseguindo uma vitória contra o Batatais, na manhã deste domingo, atuando na Arena Fonte Luminosa.

Um gol do Batatais aos 31 minutos do segundo tempo salvou a Ferroviária do grupo tido como mais difícil da Segunda Fase da Copa Paulista, colocando-a no mais fácil, teoricamente.

Por que mais fácil? Porque não conta com nenhum primeiro colocado dos grupos da Primeira Fase. A Ferroviária terminou em segundo lugar e é a equipe melhor classificada entre os candidatos de seu grupo.

Claro que tudo isso na teoria, que nem sempre é confirmada na prática.

Vamos ver como se comporta a equipe de Aílton Silva, enfrentando Independente de Limeira, Atlético Sorocaba e Votuporanguense.

As chances são muito boas de qualificação para a Terceira Fase, que será no sempre aguardado sistema "mata-mata".

Com o retorno dos titulares que não atuaram neste domingo, espera-se uma Ferroviária competitiva.


A campanha grená na Primeira Fase é a seguinte:

Jogos efetuados - 12
Vitórias - 7
Empates - 3
Derrotas - 2
Gols marcados - 19
Gols sofridos - 11
Saldo de gols - 8
Artilheiro principal - Adriano Paulista, com 5 gols.


Formação dos grupos da segunda fase:



Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

sábado, 20 de setembro de 2014

SUB-17: UM EMPATE COM SABOR DE DESPEDIDA




É certo que o goleiro do São Caetano praticou algumas defesas impressionantes, garantindo o 0 a 0 no placar até o final do encontro desta manhã, na Arena da Fonte Luminosa, entre os jovens do Sub-17 da Ferroviária e do São Caetano, em jogo válido pela Segunda Fase do certame bandeirante da categoria.



Mas também é verdade que o time comandado por Rogério Cunyiochi não desenvolveu um bom futebol.



Após duas derrotas seguidas - para Nacional e São Caetano -, os garotos deram mostras de que sentiram o efeito dos reveses numa fase mais difícil do campeonato, frente a equipes mais sólidas.



A se destacar de curioso nesse jogo bem disputado, o que se viu na Arena antes do jogo: na ausência de fotógrafos profissionais no campo, o quarto árbitro flagrou os times perfilados no centro do gramado, sendo por sua vez flagrado pelo "Ferroviária em Campo".
Fato pouco corriqueiro, que ilustra este espaço.





Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

SUB-15: UMA INVENCIBILIDADE DE 17 JOGOS!




Após uma série invicta estupenda, com 13 vitórias e 4 empates, o time sub-15 da Ferroviária conheceu hoje, na Arena Fonte Luminosa, a sua primeira derrota no Campeonato Paulista da categoria.

Antes de destacar a derrota de 1 a 0 para o Atibaia, a quem vencera a semana passada, no reduto do oponente, por 2 a 0, cumpre enaltecer o feito dos comandados de Julimar.



Na partida de hoje, faltou totalmente a inspiração que sobrou nos compromissos anteriores. Ninguém jogou o seu futebol corriqueiro, de bom nível. Nada deu certo para os jovens defensores grenás.

A primeira derrota no certame bandeirante não deslustra, em absoluto, a trajetória vitoriosa do sub-15; apenas serve de alerta para que haja uma concentração plena nos próximos jogos, a fim de que uma campanha tão eficiente não se perca no momento crucial das disputas.



O sub-15 grená segue tendo as maiores chances de classificação. Foi, hoje, a primeira vez que os garotos deixaram de marcar tentos. Em todos os 17 jogos anteriores, a artilharia afeana não falhou.

O próximo compromisso será em Marília, onde poderá acontecer a almejada classificação para a Terceira Fase da competição, já no sistema "mata-mata".



Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

COM 5 GOLS, ADRIANO PAULISTA É O ARTILHEIRO DA FERROVIÁRIA NA COPA PAULISTA

 
Adriano Paulista



Há um grande e salutar equilíbrio entre os goleadores da Ferroviária de Araraquara na Copa Paulista.

Rômulo
Gustavo
Faltando apenas um jogo para o encerramento da Primeira Fase, a Locomotiva realizou 11 jogos e assinalou 18 tentos.

O seu principal artilheiro é Adriano Paulista, que marcou 5 gols.

Logo a seguir, aparece o jovem Gustavo Henrique, com 4.

Rômulo anotou 3 tentos.

Com 2, aparecem Willian e Neguete.

E com 1 gol marcado, Renan e Walker encerram a lista.


A Ferroviária lidera o Grupo 01 da Copinha, com 23 pontos ganhos. O Botafogo ocupa a segunda colocação, com 22. No domingo, às 10 horas, a Ferroviária atua na Arena Fonte Luminosa contra o Batatais, ao tempo em que o Botafogo recebe o Votuporanguense, no Santa Cruz.

A grande expectativa nessa rodada derradeira reside na classificação final, que definirá a formação dos próximos grupos.

Há grandes possibilidades de que a Ferrinha caia num grupo mais difícil, ao menos teoricamente, em companhia de Red Bull, São Bernardo e Grêmio Osasco.

A Segunda Fase também será de grupos com 4 clubes, classificando 2 para a Terceira Fase, que será no sempre aguardado sistema de “mata-mata”.


A boa campanha grená

Jogos realizados – 11

Vitórias – 7

Empates – 2

Derrotas – 2

Gols assinalados – 18

Gols sofridos – 10

Saldo de gols – 8


Jogos e goleadores

1 – Ferroviária 1 x 0 Mirassol – Gustavo Henrique

2 – Santacruzense 1 x 1 Ferroviária – Neguete

3 – Comercial 0 x 2 Ferroviária – Walker e Adriano Paulista

4 – Ferroviária 1 x 0 Votuporanguense – Adriano Paulista

5 – Ferroviária 1 x 4 Botafogo – Willian

6 – Batatais 1 x 4 Ferroviária – Neguete, Rômulo, Adriano Paulista e Gustavo Henrique

7 – Mirassol 1 x 2 Ferroviária – Rômulo e Renan

8 – Ferroviária 3 x 0 Santacruzense – Adriano Paulista, Rômulo e Willian

9 – Ferroviária 0 x 1 Comercial

10 – Votuporanguense 2 x 3 Ferroviária – Gustavo Henrique (2) e Adriano Paulista

11 – Botafogo 0 x 0 Ferroviária


Fontes:

Site oficial da FPF e Acervo pessoal.

Fotos: Ferroviária em Campo e Ferroviária SA


Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O MELHOR ANO DO TRI DA FERROVIÁRIA



Um tricampeonato do Interior autêntico conseguiu a Ferroviária em 1967, 1968 e 1969, por se tratar de uma sequência ininterrupta. E isso se deu logo após a volta da Locomotiva à divisão principal do futebol de São Paulo, depois de ter sucumbido em 1965 e se reerguido no ano imediato, 1966.

AFE - Equipe Campeã de 1966 - Gazeta Esportiva

Em 1967, no primeiro título do Interior do triênio, a Ferrinha terminou o Paulistão em 6º lugar. Em 1969, na consolidação do tricampeonato, também em 6º lugar.

Equipe da AFE Recebendo as Faixas de Campeã de Jacqueline Myrna - Relíquias do futebol
Mas, no certame intermediário, em 1968, a AFE terminou na 3ª colocação, atrás apenas de Santos e Corinthians. Portanto, 1968 foi o melhor ano grená na conquista do Tri do Interior.

Em 1967, foram 9 vitórias, 6 empates e 11 derrotas; 26 gols pró e 28 contra.

Em 1969, foram 10 vitórias, 6 empates e 10 derrotas; 27 gols a favor e 35 contra.

Porém, em 1968, a Ferrinha obteve 11 vitórias, 8 empates e 7 derrotas. Marcou 42 gols e sofreu 31, tendo saldo positivo de 11. A campanha mais expressiva, sem dúvida.

Pela primeira vez na história do Campeonato Paulista, em 1968, um clube do Interior contou com o artilheiro maior da competição. E esse clube foi a Ferroviária, que teve em Téia o seu principal “matador”, com 20 gols.

Téia recebe cartão de Prata alusivo a conquista da atilharia do campeonato paulista de 1968 das mãos do narrador Wilson Luiz da Rádio Cultura de Araraquara (1968) -  (http://www.ferroviariadeararaquara.com.br)

Em 1967, a Ferroviária terminou em 6º lugar, com 24 pontos ganhos, seguida de perto pelo América, que, em 7º lugar, somou 23.

Em 1969, a AFE somou 26 pontos, em 6º lugar, ao tempo em que Guarani e América ficaram nos 23, em 7º.

Já em 1968, a Ferroviária ficou com 30 pontos ganhos, enquanto o São Bento chegou a 27, só que a agremiação grená terminou em 3º lugar, tendo o São Bento ficado em 6º. Uma folga maior para o segundo clube do Interior, naquela temporada.

Elenco da AFE 1969 - Museu da AFE


A FESTA PELO BI DO INTERIOR

No dia 28 de julho de 1968, um domingo, Araraquara engalanada no âmbito esportivo recebia, com muita alegria, o troféu instituído pela Folha de S. Paulo, pelo bicampeonato do Interior. De posse transitória, a AFE já havia recebido aludido troféu em 1967. Novamente em 1968, depois de uma brilhante presença no Campeonato Paulista, a agremiação de Araraquara bisava o feito do ano anterior.

Tratou-se de uma conquista muito importante porque o Troféu Folha de S. Paulo foi oficializado pela Federação Paulista de Futebol.

A solenidade de entrega do troféu aconteceu no Clube Náutico Araraquara. Além do ato, comemorou-se o feito afeano com uma churrascada e também se desenvolveu uma competição de motonáutica.

Entre os oradores, o Sr. Francisco Pestana, em nome da Folha de S. Paulo; Aldo Comito, presidente da Ferroviária; Mayr Staufackar e Ray de Paula e Silva, pelo Clube Náutico Araraquara; Arlindo Barea, da rádio Voz da Araraquarense; e Gil Passarelli, da Folha de S. Paulo.

Também estiveram presentes nas solenidades: Joaquim Palomino, Armando Paschoal e José Picarolo Filho, do Clube Náutico Araraquara; Augusto Cardillo, Oscar Unes, Antônio de Pádua Lopes e Otávio A. Volpi, da Ferroviária; Paulo A.C. Silva, do jornal O Imparcial; Dorival Marcondes Machado, Nildson Leite do Amaral, Ivan Roberto Peroni e Rubens Brunetti, da rádio Cultura.

Acervo Folha


POSSE DEFINITIVA

Sagrando-se tricampeã do Interior no Paulistão de 1969, a Ferroviária de Araraquara ficou definitivamente com o Troféu Folha de S. Paulo, numa façanha sempre rememorada e comemorada.

  

Fontes:

Arquivo pessoal e Acervo Folha


Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali