quinta-feira, 31 de julho de 2014

FERROVIÁRIA DAS FORTES EMOÇÕES



PICOLIM – riso, alegria, fase de ouro.
PICOLI – choro, tristeza, fase de esperança frustrada.


Picolim
A Ferroviária teve, nos áureos tempos (décadas de 1950 e 1960), um técnico e olheiro de primeira linhagem: Djalma Bonini, cujo apelido era PICOLIM. Um cognome que nos fazia rir porque lembrávamos de um palhaço. Djalma Bonini sabia tudo de futebol e indicava as maiores revelações da região para o clube da Estrada.

Agora, a mesma Ferroviária acaba de perder um outro treinador de predicados, e que lembra o Picolim pelo nome: Antônio PICOLI. Este, mal chegado já deixa as hostes grenás, seduzido por proposta do Juventude de Caxias do Sul, com quem tem laços fortes.

Picoli
PICOLI sai chorando, revelando tristeza por abandonar um projeto que o embalou e que passou confiança aos torcedores afeanos. Mas o lado profissional falou mais alto, como sempre.

Se PICOLIM nos lembrava o riso, PICOLI sai nos fazendo associá-lo ao choro, já que verteu lágrimas nas aparições para entrevistas e fotos.

Risos, lágrimas... Ah, essa Ferroviária das fortes emoções!...


Texto e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

Fotos: Museu de Futebol e Esportes de Araraquara / Pioneiro Esportes

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