sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

AS DERROTAS DO REI DO FUTEBOL


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PELÉ realizou 1.375 jogos e assinalou 1.285 gols, num feito inigualável. Claro que houve o lado sombrio e obscuro – das derrotas – que, no entanto, jamais abalou o Rei.
 
Foram 247 derrotas, que representaram 17,96% dos jogos dos quais Pelé participou.

Quem foi o maior adversário de Pelé? Aquele que mais o venceu?
Resposta: Sociedade Esportiva Palmeiras, com 16 vitórias. Entre os grandes de São Paulo, a ordem de conquistas contra o maior do mundo foi esta:
1º - Palmeiras, 16 vitórias; 2º - Portuguesa, 13; 3º - São Paulo, 12; 4º - Corinthians, 9

Entre os cariocas, quem se deu melhor, ganhando mais de Edson Arantes do Nascimento?
Resposta: Vasco da Gama e Botafogo conseguiram 8 vitórias contra o Santos de Pelé. O Flamengo, 6, e o Fluminense, 3.
 
Mineiros e gaúchos, o que obtiveram contra o Rei?
Resposta: Cruzeiro e Atlético foram iguais em número de vitórias: 5.

Entre os gaúchos, o Grêmio se deu melhor, ganhando seis vezes de Pelé; e o Inter venceu somente duas partidas.
 
No interior paulista, qual foi o clube intermediário que mais resistiu ao poder do Rei?
Resposta: A Ferroviária de Araraquara, que ganhou 7 vezes do Santos com Pelé. Em Araraquara, a AFE ganhou essas 7 vezes, perdendo 4 e empatando duas, levando a melhor sobre o maior jogador da história do futebol. Claro que na Vila Belmiro a história foi bem outra.
Em seguida aparece o Guarani de Campinas, com 4 vitórias.
Os demais interioranos paulistas que ganharam jogos contra Pelé:
Botafogo-RP, Noroeste, Portuguesa Santista e América, dois jogos cada;
São Bento, Jabaquara, Taubaté, XV de Jaú, Comercial-RP, XV de Piracicaba, Guaratinguetá, Saad e Bandeirantes, um jogo cada.

 

Defendendo a Seleção Brasileira, quantos foram os reveses de Pelé contra selecionados estrangeiros?
Resposta: Apenas 12 derrotas. A Argentina conseguiu 4 vitórias; Portugal, duas; Uruguai, Holanda, Itália, Paraguai, México e Congo, uma única vitória.


Fontes:

Arquivo Pessoal

PELÉ: O SUPERCAMPEÃO, de Orlando Duarte, editora Makron


Elaboração e Texto:  Vicente Henrique Baroffaldi

Edição: Paulo Luís Micali
 

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