terça-feira, 20 de agosto de 2019

UMA FORMAÇÃO DA FERROVIÁRIA EM 1968



No Campeonato Paulista de 1968 a Ferroviária obteve a terceira colocação, sagrou-se bicampeã do Interior e teve o artilheiro maior da competição, Téia (com 20 gols marcados).
Um ano de sucesso e com muitas vitórias contra os times grandes. Posição igual à de 1968, somente em 1959, quando também os grenás terminaram o Paulistão em 3º lugar.


UMA FOTO EM DESTAQUE
A foto desta postagem mostra uma das formações da AFE em 1968:
Machado; Baiano, Fernando, Rossi e Fogueira: Bebeto e Bazani; Valdir, Zé Luiz, Téia e Pio.

(ampliável)

FICHAS DOS ATLETAS DA FOTO

BAIANO
Nome completo: José Senador Ferreira
Data de nascimento: 18 de abril de 1946
Cidade natal: Dom Silvério (MG)
Posição: lateral-direito
Período na AFE: 1967 a 1973

FOGUEIRA
Nome completo: Wanderley Nonato
Data de nascimento: 29 de março de 1942 (registrado em 11 de abril)
Cidade natal: São José do Rio Preto (SP)
Posição: lateral
Período na AFE: 1963 a 1970

FERNANDO
Nome completo: Fernando Paolillo
Data de nascimento: 30 de outubro de 1945
Cidade natal: São Caetano do Sul (SP)
Posição: zagueiro central
Períodos na AFE: 1966 a 1974; e 1982/83.
BEBETO
Nome completo: Carlos Roberto Valente de Oliveira
Data de nascimento: 10 de outubro de 1941
Cidade natal: Campinas (SP)
Posição: médio-volante
Período na AFE: 1966 a 1972

ROSSI (ex-Coquinho)
Nome completo: Edineu Rossetti
Data de nascimento: 06 de fevereiro de 1942
Cidade natal: Nova Aliança (SP)
Posição: quarto-zagueiro
Período na AFE: 1963 a 1970

MACHADO
Nome completo: Galdino Machado
Data de nascimento: 04 de novembro de 1934
Cidade natal: São Paulo (SP)
Posição: goleiro
Período na AFE: 1966 a 1969

VALDIR
Nome completo: Valdir Alcântara Costa
Data de nascimento: 01 de setembro de 1942
Cidade natal: Rio de Janeiro (RJ)
Posição: ponta-direita
Período na AFE: 1967 a 1970

ZÉ LUIZ
Nome completo: José Luiz dos Santos
Data de nascimento: 20 de setembro de 1945
Cidade natal: São José dos Campos (SP)
Posição: meia-direita
Período na AFE: 1968 a 1973

TÉIA
Nome completo: Antônio Zelenkov Silvestre
Data de nascimento: 29 de abril de 1944
Cidade natal: Regente Feijó (SP)
Posição: centroavante
Período na AFE: 1965 a 1968

BAZANI
Nome completo: Olivério Bazani Filho
Data de nascimento: 03 de junho de 1935
Cidade natal: Mirassol (SP)
Posição: meia-esquerda
Períodos na AFE: 1954 a 1962 e 1965 a 1973

PIO
Nome completo: Osmar Alberto Volpe
Data de nascimento: 15 de novembro de 1944
Cidade natal: Araraquara (SP)
Período na AFE: 1964 a 1969, no profissional


Fonte: Arquivo de “Ferroviária em Campo”
Foto: Museu da AFE

Pesquisa, elaboração e edição: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI e PAULO LUÍS MICALI

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

UMA FORMAÇÃO DA FERROVIÁRIA EM 1982



Um ano de sexto lugar no Campeonato Paulista, o que garantiu a Ferroviária no Brasileirão de 1983.

 UMA FOTO EM DESTAQUE

(Foto ampliável)

A foto desta postagem mostra uma das formações da AFE em 1982:
Luiz Fernando; Marinho Paranaense, Fernando, Vica e Divino; Júnior, Wilson e Zé Roberto; Zilinho, Fantato e Claudinho.


FICHAS DOS ATLETAS DA FOTO

MARINHO PARANAENSE
Nome completo: Romário Sermoud Filho
Data de nascimento: 31 de maio de 1953
Cidade natal: Rio de Janeiro (RJ)
Posição: lateral-direito
Período na AFE: 1980 a 1983

LUIZ FERNANDO
Nome completo: Luiz Fernando Calore
Data de nascimento: 12 de agosto de 1949
Cidade natal: Jundiaí (SP)
Posição: goleiro
Período na AFE: 1981 a 1984.

FERNANDO
Nome completo: Fernando Paolillo
Data de nascimento: 30 de outubro de 1945
Cidade natal: São Caetano do Sul (SP)
Posição: zagueiro central
Períodos na AFE: 1966 a 1974 e 1982/83

VICA
Nome completo: José Luís Mauro
Data de nascimento: 10 de março de 1961
Cidade natal: Araraquara (SP)
Posição: zagueiro
Período na AFE: 1979 a 1983, no time profissional

JÚNIOR
Nome completo: Dorival Silvestre Júnior
Data de nascimento: 25 de abril de 1962
Cidade natal: Araraquara (SP)
Posição: volante
Período na AFE: 1982/83, no time profissional

DIVINO
Nome completo: Divino da Silva
Data de nascimento: 24 de fevereiro de 1961
Cidade natal: São Paulo (SP)
Posição: lateral-esquerdo
Período na AFE: 1981 a 1986.

ZILINHO
Nome completo: Ozílio Alves da Silva
Data de nascimento: 23 de abril de 1960
Cidade natal: Gavião Peixoto (SP)
Posição: meio-campo
Período na AFE: 1982 a 1984.

ZÉ ROBERTO
Nome completo: José Roberto de Oliveira
Data de nascimento: 18 de abril de 1959
Cidade natal: Pradópolis (SP)
Posição: meio-campo
Período na AFE: 1980 a 1984.

WILSON
Nome completo: Wilson Roberto Botelho Borges
Data de nascimento: 26 de outubro de 1953
Cidade natal: São Paulo (SP)
Posições: volante e meia
Período na AFE: 1982

FANTATO
Nome completo: Rubens Fantato Filho
Data de nascimento: 21 de março de 1955
Cidade natal: Campinas (SP)
Posição: atacante
Período na AFE: 1981 e 1982

CLAUDINHO/CLAUDINHO MACALÉ
Nome completo: Cláudio Gonçalves
Data de nascimento: 25 de maio de 1962
Cidade natal: Brotas (SP)
Posição: atacante (ponta-esquerda)
Período na AFE: 1981 a 1984


Fonte: Arquivo de “Ferroviária em Campo”

Foto: enviada por Kleber Fagnani, a quem agradecemos; nela, ele é o mascote do time da Ferroviária

Pesquisa, elaboração e edição: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI e PAULO LUÍS MICALI

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

OS 4 A 1 DA FERROVIÁRIA SOBRE O SÃO PAULO, EM PLENO PACAEMBU



Faz tempo!... Exatos 57 anos.

Foi no dia 16 de agosto de 1962, à noite, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP).

Pelo Campeonato Paulista, a Ferroviária jogou demais e goleou o São Paulo Futebol Clube.

Eram tempos de grandes exibições afeanas.

Nesta matéria, estamos apresentando um comentário sobre a partida, ficha técnica e fotos (que nos foram enviadas pelo amigo são-paulino Ricardo Arruda Campos, da cidade paulista de Avaí, vizinha de Bauru).


Jogo: São Paulo 1 x 4 Ferroviária
Data: 16 de agosto de 1962, quinta-feira (noite)
Local: Pacaembu, São Paulo (SP)
Finalidade: Campeonato Paulista, Primeiro Turno
Árbitro: Catão Montez Júnior
Renda: Cr$ 2.674.950,00
Gol do São Paulo: Benê, 25'/1º tempo
Gols da Ferroviária: Parada, 1', Davi, 28' e Dudu, 37' do 1º tempo; Parada, 6'/2º tempo
São Paulo: Suly; De Sordi, Bellini e Riberto; Roberto Dias e Jurandir; Faustino, Prado, Baiano, Benê e Canhoteiro. Técnico: Osvaldo Brandão.
Ferroviária: Toninho; Geraldo Scalera, Antoninho e Galhardo; Dudu e Rodrigues; Davi, Peixinho, Parada, Bazani e Benny. Técnico: Modesto Bria.


Em toda a história de Ferroviária x São Paulo, essa foi a única vez que os araraquarenses golearam o time do Morumbi. Peixinho, Parada e Bazani desconcertaram o sistema defensivo do Tricolor, com boas deslocações e trocas de passes. O gol de Parada, logo a um minuto, aproveitando uma indecisão de Bellini, provocou uma tentativa são-paulina de descontar, bem sucedida aos 25 minutos, com Benê, em jogada individual, mandando a bola para o fundo do arco. Porém, pouco depois a AFE saltava novamente à frente do placar, com Davi recebendo passe calculado de Parada e concluindo da entrada da área, e Dudu ampliava aos 37 para 3 a 1, valendo-se de lançamento de Bazani em profundidade, após a defesa tricolina ter sido atraída para fora da área. Com apenas seis minutos de jogo no segundo tempo a Ferroviária dilatava o marcador para 4 a 1, novamente com o artilheiro do jogo, Parada (em jogada pela direita, com Davi), tirando toda e qualquer possibilidade de reação do quadro da Capital. Importante ressaltar também que o placar, por si já significativo, poderia ter sido mais amplo dado que a Ferroviária mandou três bolas nas traves de Suly, uma no primeiro tempo com Parada e mais duas na etapa complementar. Enfim, uma jornada inspirada e de grande repercussão.

Todo o sistema de retaguarda da AFE esteve firme. Dudu foi o destaque maior, tanto no primeiro tempo, quando foi mais à frente, quanto no segundo, quando procurou defender mais para garantir o placar elevado. No ataque, embora todos tenham jogado bem, Parada foi exponencial, mostrando tranquilidade nas conclusões.


Fontes:
Ferroviária em Campo - Contra os Grandes Clubes Paulistas (Livro)
Fotos: Enviadas por Ricardo Arruda Campos

Elaboração e edição: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI e PAULO LUÍS MICALI

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

RUY JULIO BRILHOU TAMBÉM NO FUTSAL DA SABSA



O histórico esportivo do craque Ruy Julio, que tristemente já não se encontra entre nós, é farto e gabaritado. Além de atuar pela Ferroviária no profissionalismo, defendeu clubes amadores da cidade, entre eles o Grêmio da Polícia Militar e o Sporting Benfica Araraquara.

Não bastasse isso, Ruy Julio destacou-se também no futsal, com aquele seu estilo clássico e bonito de jogar.

Vemos agora, graças ao Professor Alcyr Azzoni, um dos expoentes da SABSA (Sociedade Amigos do Bairro de Santa Angelina) desde sua fundação, duas fotos que nos foram por ele enviadas que mostram o Ruy Julio compondo formações de times da SABSA por ocasião de competições internas daquela destacada entidade social.

Não nos foi possível identificar os integrantes das fotos, mas não podíamos deixar de difundir essa preciosidade que o Prof. Alcyr nos passa.

Juntamente com cada uma das fotos, vamos colocar o texto que o Professor nos passou. Como sempre, contamos com a colaboração dos amigos para a identificação.

Estamos agradecendo ao Prof. Alcyr pela oportunidade que nos concede de sermos os divulgadores dos instantâneos que, por certo, irão ser do agrado das pessoas em geral, pois são mostrados cidadãos integrados à sociedade e que se destacaram naquilo que fizeram.


"Consegui localizar num cd, a foto do time do Ruy Julio, num dos torneios de futsal da SABSA. O nome do time está no eslaide (foram todos para a SABSA... uns 700!). Quem sabe alguém vendo a foto vai se lembrar do nome do time." (AlcyR Azzoni) - ampliável
"Nesta foto estão o presidente da SABSA, Laert Frangiotti, e Samuel Brasil Bueno, ambos já falecidos." (Alcyr Azzoni) - ampliável
Elaboração e edição: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI e PAULO LUÍS MICALI

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

AS MAIORES SÉRIES DE VITÓRIAS DA HISTÓRIA DA FERROVIÁRIA



A maior sequência de vitórias da história da Ferroviária aconteceu na segunda excursão internacional do clube, no ano de 1963. A equipe alcançou uma série admirável de 12 vitórias consecutivas, em território colombiano e alguns países da América Central.
A segunda maior sequência de triunfos da vida afeana foi registrada também em excursão ao exterior, totalizando 11 vitórias seguidas na África. Em que pese a fragilidade do futebol dos clubes adversários, a esquadra araraquarense fez valer a sua melhor qualificação e quase sempre goleou os seus oponentes por contagens bem dilatadas.
A terceira melhor série de sucessos seguidos se deu em 1959, quando a Locomotiva emendou nove vitórias, em três amistosos e seis jogos do Paulistão. Ano em que a AFE encantou os esportistas em geral com o seu futebol surpreendentemente vistoso e competitivo. Bola no chão e pra frente.
A mais recente das séries de vitórias consecutivas da Ferroviária está em curso. Pela Copa Paulista, os grenás somam sete vitórias em sete jogos. Jogando na Fonte Luminosa neste sábado, contra o Linense, a equipe tem a oportunidade de ampliar esse total.
Pesquisamos essas 11 séries expressivas de vitórias da Ferroviária de Araraquara, que são as mais longas de sua trajetória de 69 anos de futebol.



·       *Até o jogo Votuporanguense 2 x 3 Ferroviária, em 03.08.2019.

A galera afeana tem muitos motivos para se orgulhar de seu time. Um deles está aqui explicitado.


Fonte:
Arquivo de “Ferroviária em Campo”

Pesquisa, elaboração e edição: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI e PAULO LUÍS MICALI

terça-feira, 6 de agosto de 2019

ÍDOLO DO SANTOS, ODAIR TITICA JOGOU TAMBÉM NA FERROVIÁRIA


(Na AFE, o centroavante jogou no primeiro semestre de 1954, marcando dois gols em oito jogos)



Nostalgia pura. O vídeo da TV Cultura, enviado pela ex-colega de Serviço Especial de Saúde de Araraquara e amiga de sempre Maria Luiza Baraldi Ramos nos transporta para o longínquo ano de 1948. Um clássico paulista realizado na Vila Belmiro é mostrado precariamente, mas nos dá a medida certa de como eram aqueles tempos... o bonde 17 apinhado de gente conduzindo os torcedores ao antigo estádio de Vila Belmiro... a maioria trajando terno e gravata... a invasão do gramado após a vitória do Peixe sobre o grande rival Corinthians, no mais antigo clássico do futebol de São Paulo. 
                                               
Estamos mostrando o vídeo de 1948 com um fundamento na iniciativa: um dos ídolos santistas da época, Odair Titica, 14º maior artilheiro da longa e bela história do Santos Futebol Clube, com 134 gols, jogou também na Ferroviária de Araraquara. No jogo do vídeo, o Santos perdia do Timão por 2 a 1. Aí, Odair virou para 3 a 2 com a assinalação de dois gols.



Depois de defender o Santos de 1938 a 1952, Odair Titica transferiu-se para o Palmeiras em 1º de maio de 1952. No primeiro semestre de 1954, foi cedido por empréstimo à Ferroviária. Não ficou muito no time grená, mas deixou a sua marca. 
                                                           
Em nossos arquivos, localizamos oito jogos do Campeonato Paulista da Segunda Divisão, correspondentes ao ano de 1953, mas realizados em 1954, nos quais Odair Titica aparece nas escalações afeanas.
                                                    
Pelo time de Araraquara, Odair realizou 8 jogos, de 10 de janeiro a 11 de abril de 1954. Marcou dois gols. A AFE, nessas partidas, ganhou três, empatou uma e perdeu quatro.



Por que Odair Titica?
Odair dos Santos nasceu no dia 7 de dezembro de 1925, na cidade de Santos (SP). Começou no Santos aos 12 anos de idade, em 1938. Recebeu o apelido nas categorias de base do Peixe, devido ao seu pequeno porte. Foi tricampeão juvenil paulista (40 a 42). Marcava gols de cabeça com muita facilidade. No jogo Santos 5 x 4 Comercial (SP), ele anotou os cinco, todos de cabeça. Foi o artilheiro principal do Alvinegro Praiano em quatro anos consecutivos: 48 a 51.
                                               
Quando jogou na AFE, Titica estava com 28 anos.
                                                               
O seu falecimento se deu em 7 de maio de 1996, em Santos, aos 70 anos.


Fontes:
Acervo Histórico do Santos F.C. 
Vídeo da TV Cultura, São Paulo (Agradecimentos a Maria Luiza Baraldi Ramos, pelo envio)
Acervo de “Ferroviária em Campo”

Fotos: Acervo Santista

Pesquisa, elaboração e edição: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI e PAULO LUÍS MICALI

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

A PRIMEIRA VEZ DE BAZANI COMO TÉCNICO



06 de agosto de 1972 – Ferroviária 0 x 3 Santos – Campeonato Paulista. Primeira vez de Bazani como técnico da AFE. Gaspar, técnico até então, foi criticado pelo Diretor de Futebol, Antônio Parelli Filho, e pediu demissão. Bazani assumiu, auxiliado pelo técnico dos Amadores, Djalma Bonini. Bazani serviria à Ferroviária, como técnico, em 12 períodos distintos, batendo mais um recorde, pois como atleta já havia sido o que mais atuou e o que mais anotou tentos em favor da Locomotiva.

Data de início de cada período e quem o substituiu:
1 - 06.08.1972; Carlos Alberto Silva (a partir de 06.09.1972);
2 - 30.10.1974; Ilzo Nery (a partir de 14.11.1974);
3 - 07.09.1976; Vail Motta (a partir de 06.02.1977);
4 - 13.03.1977; Aymoré Moreira (a partir de 19.03.1977);
5 - 02.10.1977; Luís Bocucci (Boca), a partir de 19.04.1978;
6 - 10.05.1981; Dudu (a partir de 07.06.1981);
7 - 02.05.1982; Sérgio Clérice (a partir de 12.05.1982);
8 - 28.04.1985; Sérgio Clérice (a partir de 27.05.1987);
9 - 26.04.1992; Palhinha (a partir de 19.05.1992);
10 - 09.08.1992; Vail Motta (a partir de 30.08.1992);
11 - 27.01.1999; Carlos Rabello (a partir de 14.04.1999);
12 - 06.02.2000; Marco Antônio Machado (a partir de 02.04.2000).

O maior destaque de Olivério Bazani Filho como técnico da Ferroviária deu-se no Campeonato Paulista de 1985, quando a equipe grená dirigida pelo Rabi alcançou as semifinais e terminou o certame na quarta colocação.


BAZANI


Nome completo - Olivério Bazani Filho
Data de nascimento - 3 de junho de 1935 
Cidade natal - Mirassol (SP)
Data de falecimento - 13 de outubro de 2007
Cidade onde faleceu - Araraquara (SP)



Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”

Pesquisa, elaboração e edição: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI e PAULO LUÍS MICALI