sábado, 17 de fevereiro de 2018

LOCOMOTIVA, ANO XLVII (1997)



 Em pé : Sérgio, Lino, Da Ilha, Marco Antônio, Ti, Naldo e Marlon (preparador físico) –
Agachados: Celso, Lê, Paulo Américo, Marquinhos e Tita 

Após ser rebaixada em 1996, da série A1 para a série A2 do Campeonato Paulista, e de ter permanecido inativa no segundo semestre daquele ano, a Ferroviária voltou à ativa em 1997 e seguiu sua curva descendente, sendo mais uma vez rebaixada, desta feita para a série A3. Problemas financeiros se avolumando e futebol decaindo marcaram a temporada. A campanha no certame bandeirante foi fraca. O time ganhou, em campo, apenas quatro vezes contra 10 derrotas, além de sete empates. 28 gols foram marcados, 35 sofridos. A AFE contabilizou mais uma vitória, uma vez que o empate contra o Noroeste, na abertura do campeonato, foi transformada em vitória pelo Tribunal. Aos 36 minutos do segundo tempo, o jogo foi encerrado porque o time noroestino ficou reduzido a seis jogadores.

Até nos amistosos aconteceu o vexame: das sete partidas, a AFE venceu apenas uma, empatou outra e perdeu cinco. Marcou nove gols contra 19 dos adversários.

Realmente, um ano para ser esquecido pelos torcedores afeanos.


Competições..........
J
V
E
D
GP
GC
SG
Camp. Paulista, série A2
22
5
7
10
28
35
-7
Amistosos
7
1
1
5
9
19
-10
TOTAL
29
6
8
15
37
54
-17


CAMPEONATO PAULISTA, SÉRIE A2

(Nº de ordem – Data – Jogo – Autores dos gols da Ferroviária)

1 – 23.02.1997 – Ferroviária 1 x 1 Noroeste – Lê – A AFE ganhou os pontos no Tribunal.
2 – 02.03.1997 – Paraguaçuense 4 x 2 Ferroviária – Marco Antônio e Paulo Américo
3 – 05.03.1997 – Ferroviária 1 x 1 Novorizontino – Ti
4 – 16.03.1997 – Ferroviária 3 x 0 Matonense – Lê (2) e Marco Antônio
5 – 24.03.1997 – Francana 2 x 2 Ferroviária – Paulo Américo (2)
6 – 27.03.1997 – XV de Jaú 1 x 1 Ferroviária – Paulo Américo
7 – 30.03.1997 – Ferroviária 0 x 0 Comercial
8 – 06.04.1997 – Corinthians-PP 2 x 1 Ferroviária – Da Ilha
9 – 13.04.1997 – XV de Piracicaba 2 x 1 Ferroviária – Lê
10 – 16.04.1997 – Ferroviária 1 x 1 Sãocarlense – Antônio Carlos
11 – 20.04.1997 – Ituano 1 x 0 Ferroviária
12 – 27.04.1997 – Ferroviária 1 x 1 Paulista – Celso
13 – 01.05.1997 – Ferroviária 0 x 2 Bragantino
14 – 04.05.1997 – Ponte Preta 2 x 0 Ferroviária
15 – 11.05.1997 – Ferroviária 3 x 3 Santo André – Maicon (2) e Antônio Carlos
16 – 18.05.1997 – Ferroviária 2 x 0 XV de Piracicaba – Paulinho Goiano (pênalti) e Celso
17 – 25.05.1997 – Sãocarlense 1 x 3 Ferroviária – Maicon, Paulinho Goiano (pênalti) e Robson
18 – 29.05.1997 – Ferroviária 2 x 1 Ituano – Robson e Juliano
19 – 01.06.1997 – Paulista 2 x 1 Ferroviária – Robson
20 – 04.06.1997 – Bragantino 3 x 2 Ferroviária – Darci e Juliano
21 – 07.06.1997 – Ferroviária 1 x 2 Ponte Preta – Emerson
22 – 15.06.1997 – Santo André 3 x 0 Ferroviária


AMISTOSOS

1 – Guarulhos 2 x 2 Ferroviária – Toco e Valdo
2 – Barra Bonita 1 x 2 Ferroviária – Burguês (2)
3 – União São João 2 x 1 Ferroviária – Marcão (pênalti)
4 – Mogi Mirim 7 x 2 Ferroviária – Fabinho e Naldo
5 – Inter de Limeira 4 x 1 Ferroviária – Marco Antônio
6 – Rio Preto 2 x 1 Ferroviária – Fabinho
7 – Mirassol 1 x 0 Ferroviária


ARTILHEIROS DA FERROVIÁRIA NO CAMPEONATO PAULISTA


1º - Lê e Paulo Américo, 4

3º - Robson e Maicon, 3

5º - Marco Antônio, Antônio Carlos, Celso, Paulinho Goiano e Juliano, 2

10º - Ti, Da Ilha, Darci e Emerson, 1



JOGARAM NA FERROVIÁRIA EM 1997

Tuti, Sérgio, Ti, Paulinho Goiano, André, Frei, Lino, Marco Antônio, Marcel, Toco, Charles, Danilo, Emerson, Wilson Carrasco, Celso, Anderson, Marquinhos, William, Tita, Paulo Américo, Darci, Lê, Amilton, Juliano, Robson, Burguês, Maicon, Fabinho, Antônio Carlos, Da Ilha, Chocolate


Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”
Foto: “Ferroviária em Campo”

Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

GETÚLIO, UM DOS MELHORES GOLEIROS DA HISTÓRIA DA FERROVIÁRIA





Getúlio começou a carreira jogando na Ferroviária. Jovem ainda, compôs o elenco da Locomotiva que ganhou o Campeonato Paulista da Primeira Divisão, em 1966. Machado era o titular, não dava chance a ninguém. Dado, seu substituto imediato, atuou muito pouco. Getúlio, então terceiro guardião, não entrou em campo nas partidas do certame.

A grande oportunidade demoraria a surgir para o matonense, pois a Ferroviária contou com arqueiros de renomada como Machado, Carlos Alberto e Sérgio Bergantin.

Mas, em 1970, Getúlio abraçou com toda força a chance que lhe foi oferecida quando Carlos Alberto Alimári era o titular. E isso aconteceu num jogo contra o Corinthians, pelo Paulistão, na Fonte Luminosa. O “Geta” entrou durante a partida e não mais saiu, ficando com a titularidade da meta afeana até o final daquela temporada.

O início de Getúlio no arco grená foi muito especial. A AFE enfrentou, seguidamente, os quatro grandes clubes paulistas, nesta ordem: Corinthians (0 a 0), Santos (1 a 0), Palmeiras (3 a 3) e São Paulo (1 a 2). Os três primeiros jogos aconteceram na Fonte Luminosa; contra o Tricolor, a refrega se deu na capital.

Em 1970, Getúlio fez 17 jogos pelo Paulistão, 19 pelo Paulistinha (torneio classificatório) e dois amistosos. Ganhou 15, empatou 11 e perdeu 12. Nessas 38 atuações, sofreu 39 tentos.

Getúlio, Geta ou Morcego continuou guarnecendo a meta grená no começo de 1971, participando de três amistosos e de três jogos pelo Paulistão. Nos amistosos, duas vitórias e um empate. Nos compromissos pelo Paulista, três empates.





NÚMEROS GERAIS NA FERROVIÁRIA

Com longa permanência na base, Getúlio não chegou a jogar número elevado de partidas pelo time principal.

Jogos pela AFE (time de profissionais): 44 (anos de 1970 e 71)
Vitórias: 17
Empates: 15
Derrotas: 12
Gols sofridos: 47



CLUBES DE GETÚLIO

1966 a 1971 – Ferroviária
1971 – América de São José do Rio Preto
1972 – Comercial de Ribeirão Preto
1974 – São Paulo
1976 a 1980 – XV de Piracicaba



SELEÇÃO BRASILEIRA

Um feito sempre lembrado de Getúlio foi a participação nos Jogos Olímpicos do México, em 1968, defendendo a Seleção Brasileira.


VICE-CAMPEÃO PAULISTA

Getúlio participou de um feito extraordinário para um time interiorano: foi vice-campeão paulista de 1976, jogando pelo XV de Novembro de Piracicaba. Fernando, Muri e Maritaca foram outros vice-campeões paulistas de 1976 que passaram pela AFE, onde fizeram histórias magníficas.



BREVE MAS INTERESSANTE PASSAGEM PELO SÃO PAULO

Em 1974, o goleiro titular do São Paulo, Waldir Peres, foi convocado para defender a Seleção Brasileira na Copa do Mundo da Alemanha.

Então, o Tricolor Paulista resolveu contratar Getúlio para substituí-lo. Ele jogou apenas seis vezes pelo São Paulo, mas teve uma presença elogiada em defesa do time grande da capital. Nos seis jogos, o São Paulo conseguiu duas vitórias, empatou três vezes e perdeu apenas uma partida. Getúlio sofreu quatro gols.

Os seis jogos de Getúlio no São Paulo foram válidos pelo Campeonato Brasileiro, e logo na estreia, dia 9 de junho de 1974, no Morumbi, contra o Corinthians, Getúlio garantiu o empate (1 a 1) ao defender um pênalti cobrado por Marco Antônio, aos 45 minutos do segundo tempo. Em cima da hora, o guardião evitou que o São Paulo sofresse um revés.

No segundo jogo, dia 12 de junho de 1974, no Pacaembu, o São Paulo foi surpreendido pelo Palmeiras e perdeu pela contagem mínima.

No terceiro jogo de Getúlio pelo Tricolor, dia 16 de junho de 1974, no Mineirão, contra o Cruzeiro, vitória dos paulistas por 1 a 0.

Quarto compromisso, dia 30 de junho de 1974, São Paulo 1 x 0 Fluminense, em pleno Maracanã.

Quinto jogo: dia 3 de julho de 1974, São Paulo 1 x 1 Goiás, em Goiânia.

Sexto e último jogo de Getúlio no São Paulo: 1 x 1 com a Portuguesa, no Morumbi.

Waldir Peres voltou da Copa do Mundo e Getúlio deixou o São Paulo.




PERFIL

Getúlio Pedro Cruz nasceu em Matão (SP), em 14 de fevereiro de 1947. Faleceu em Araraquara, no dia 4 de abril de 2008.

Era de baixa estatura para um goleiro. Supria isso com muito boa colocação e muita elasticidade. Tinha firmeza nas mãos e grande reflexo. Não costumava soltar bolas, costume corriqueiro nos dias de hoje entre os arqueiros.

Seu cunhado, Tonhezinho, companheiro inseparável, foi outro futebolista de muitas virtudes.

Foi impressionante o número de manifestações pelos faces de “Ferroviária em Campo”, há poucos dias, todas com referências elogiosas ao profissional Getúlio, quando foi noticiada a sua data natalícia. Excelente pessoa e amigo de todos, além das muitas qualidades como atleta, Getúlio mereceu rasgados elogios de todos.
Certamente será sempre reverenciado pelos torcedores afeanos e dos demais clubes que defendeu.

Pio, Tonhézinho, Zélio, Dejair, Téia, Getúlio e Maritaca


GALERIA DE FOTOS

Em pé: Getúlio, Baiano , Ademir, Ticão, Fernando, Zé Carlos - Comito
Agachados: Tonho, Zé Luiz, Nicanor, Bazani e Nei.

 Em pé: da esquerda para a direita goleiro Getúlio, Fogueira, Baiano, Ademir, Ticão e Fernando.
Agachados:  Nicanor, Zé Luiz, Cabinho, Maritaca e Bazani.

Fernando Sátiro, Fogueira, Getúlio,  Mariani, Ticão, Bebeto, Fernando  e Vail Mota. Agachados: Maurinho, Lance, Cabinho, Bazani e Nei







Fontes:
Acervo de “Ferroviária em Campo”
Internet

Fotos: Adriana Regina Cruz; Ferroviária em Campo; Internet.

Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

CAMPEÕES ENFRENTAM-SE NO ANACLETO CAMPANELLA





A oitava rodada da Primeira Fase do Paulistão reserva para o estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul, um encontro de campeões de 2017. 

O mandante, São Caetano, sagrou-se campeão da Série A2 do Campeonato Paulista ao derrotar o Bragantino, na decisão, por 2 a 1. Ganhou um belíssimo troféu, seus jogadores receberam medalhas e a equipe obteve o acesso à divisão de elite do futebol bandeirante, após um período de quatro anos de ausência.

Por sua vez, a Ferroviária, visitante da peleja de sábado, que tem seu início marcado para as 19 horas, levantou a taça da Copa Paulista, em empolgante decisão contra a Internacional de Limeira; a definição do campeão apareceu somente nos pênaltis, ocasião na qual o goleiro Tadeu voltou a brilhar e assegurou o título máximo à Locomotiva, depois de uma campanha onde não apenas o guardião pontificou, mas toda a equipe teve rendimento elogiável.

Então, com tais credenciais, azulões e grenás encaram-se em partida válida pelo Paulista da A1, muito embora a esta altura os campeões de 2017 não estejam desenvolvendo campanhas notáveis. A Ferroviária vem aos poucos reagindo depois de um início muito ruim... O São Caetano continua amargando má campanha, sendo o último colocado da competição com apenas quatro pontos ganhos.

O quadro do ABC investiu alto e ainda não conseguiu o necessário retorno. Trocou o comando técnico e tem, agora, o Pintado a dirigi-lo, talvez com a perspectiva de ver outras cores, mais fortes e reluzentes, dominarem o seu caminho.

Com menos recursos, a Locomotiva vai melhorando no certame e tem em PC de Oliveira o seu timoneiro de muitas convicções.

Se é certo que não se espera um futebol de alto nível técnico e que encante os torcedores, também é certo que os litigantes do Anacleto Campanella se aplicarão bastante, o Azulão para escapar da lanterna e a AFE para fugir de vez do perigo de rebaixamento.

Clique na foto para ampliar


RETROSPECTO

O que foi o duelo entre São Caetano e Ferroviária, até o momento?
Em primeiro lugar, um confronto de poucos jogos: foram apenas nove.

Em segundo lugar, um embate onde prevaleceu grandemente a igualdade no placar. Dos nove encontros, sete terminaram empatados.

Em terceiro lugar, a invencibilidade da Ferroviária, que jamais perdeu para o São Caetano e conseguiu ganhar duas partidas.
Em quarto lugar, a vantagem em gols da Locomotiva, que fez 12 e sofreu oito.

Essa é a história, mas ela não garante que haverá um novo empate ou que a AFE ganhará mais uma. Mesmo ocupando, momentaneamente, o último lugar, o São Caetano pode perfeitamente vencer. Resta a ele contrariar o retrospecto e à Ferroviária tentar ratificá-lo.


Clique na foto para ampliar


CAMPEÃO X CAMPEÃ

O momento não é de glórias, mas os campeões de 2017 podem se superar e apresentar um espetáculo que surpreenda.






Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”
Site oficial da Federação Paulista de Futebol

Fotos: Luiz Domingos Romano (pesquisador de São Caetano do Sul) e Tetê Viviani (Ferroviária)

Pesquisa, elaboração e edição:Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Mical

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

DE UMA VEZ SÓ, LEVARAM MEIA DÚZIA DA AFE



Em 1986, o Rio Branco-ES levou, de uma só vez, seis jogadores da Ferroviária. O time teve surpreendente campanha na Copa Brasil. O goleiro Rodolfo, ex-AFE, chegou a ficar 720 minutos sem tomar gols.

Paulinho de Almeida, antigo zagueiro do Vasco da Gama - década de 60 - entendeu que, por dispor de pouco tempo para armar a sua equipe, o melhor a fazer seria contratar jogadores de um mesmo time. E a Ferroviária acabou sendo alvo dos capixabas.

Paulo Almeida
O Rio Branco pagou 440 mil cruzados e levou os seguintes afeanos, por empréstimo: Goleiro Rodolfo, lateral-direito Nenê, lateral-esquerdo Nonoca, volantes Sídnei e Cardim, além do ponta-esquerda Márcio Fernandes.

A tática do experiente Paulinho de Almeida acabou dando resultado, pois o Rio Branco fez bonito na competição nacional.


RODOLFO: Rodolfo Nogueira Júnior, nascido em 17.08.1957 em Goiânia-GO.





NENÊ: Antônio Carlos Cardoso, nascido em 11.04.1960, em Jundiaí-SP.






NONOCA: Milton Padilha dos Santos, nascido em 01.06.1957, em Alvorada de Minas-MG.




SÍDNEI: Sídnei Alástico, nascido em 22.08.1961, em Araraquara-SP.





CARDIM: Luiz Carlos de Melo Cardim, nascido em 20.08.1960, em Caraguatatuba-SP..





MÁRCIO FERNANDES: Márcio Fernandes Figueiredo, nascido em 24.03.1962, em Santos-SP.





Obs.: Paulo de Almeida Ribeiro foi um jogador e treinador do futebol brasileiro. 
Nasceu em 15 de abril de 1932, em Porto Alegre-RS. Faleceu em 11 de junho de 2007, em São Paulo-SP.




Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

OS GOLS MAIS RÁPIDOS DA LOCOMOTIVA NO PAULISTÃO




Quais foram os “matadores” mais ligeiros da Ferroviária no Campeonato Paulista da divisão principal? A fonte é o jornal O IMPARCIAL, e o articulista, Alessandro Bocchi, destacado pesquisador do clube de Araraquara.


MARCÃO ocupa a liderança nesse quesito: aos 15 segundos do jogo XV de Jaú 4 x 3 Ferroviária, o competente centroavante mandou a bola para as redes. 
Foi no dia 26 de setembro de 1982.



FERNANDO GABRIEL aparece como o autor do segundo gol mais rápido da Ferroviária no Paulistão: aos 19 segundos da partida Red Bull Brasil 0 x 3 Ferroviária, em 13 de fevereiro de 2016, o meio-campista deixou a sua marca na história.


ERNANI BANANA é o terceiro dessa relação: anotou um gol aos 45 segundos de jogo, contra o Palmeiras, no Parque Antártica, no 1 a 1 do dia 16 de julho de 1986. Um gol empolgante porque resultou de um chute da intermediária, por cobertura, colhendo Leão de surpresa.

Capítulo do livro “FERROVIÁRIA EM CAMPO – FEITOS E EXALTAÇÕES”, Vicente Henrique Baroffaldi, 2017, pag. 244.

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali