sexta-feira, 15 de setembro de 2017

CAMPEÃO E GOLEIRO MENOS VAZADO PELO FLU, LUIS HENRIQUE LIGABÒ JOGOU COM MARCO ANTÔNIO E ZÉ RUBENS




Ferroviária em Campo teve a satisfação de bater um papo com Luis Henrique Ligabò.

Luís Henrique
Em 1977, Luis Henrique tornou-se campeão do Infantil “Dente de Leite” defendendo o arco do Fluminense, time amador de Araraquara dirigido por Benedito Silva, o popular Tim.

Formando um grupo muito forte, Tim conseguiu levar o seu Flu ao título máximo do campeonato oficial de Araraquara, superando os fortes e tradicionais ganhadores de títulos da categoria, como Atlas, Colorado, Comercial, Corinthians, entre outros.

Luis Henrique teve a honra de participar dessa importante conquista, tornando-se o goleiro menos vazado do campeonato. Mais ainda: tem a honra de ter jogado ao lado de atletas que se destacaram posteriormente no futebol profissional, casos específicos do zagueiro Marco Antônio e do lateral Zé Rubens, que também integravam aquele timão do Tim em 1977 e que depois jogaram na Ferroviária.

Destacamos aqui, com satisfação, as palavras de Luis Henrique Ligabò sobre o seu tempo de jovem futebolista, palavras que transmitem emoção ao rememorar os seus feitos e os dos seus companheiros de equipe, todos comandados pelo exigente e dedicado técnico Benedito Silva, o Tim:

“JOGUEI NO ‘DENTE DE LEITE’ DO FLUMINENSE DO TIM. ERA GOLEIRO. CAMPEÃO DE 1977.
NAQUELE TIME DO FLUMINENSE TINHA, ENTRE OUTROS, O ZAGUEIRO MARCO ANTÔNIO, QUE FEZ O GOL DE DECISÃO DO SPORT NA FAMOSA TAÇA DAS BOLINHAS.
Tinha o Laxixinha, novelli, zé rubens (que jogou também na afe), ETC.
nÃO TENHO FOTOS, MAS NO MUSEU DO PASCHOAL TEM. tive o prazer de visitar o museu quando estava na casa dele.
o tim tinha tudo isso... deve ter ainda.
o próprio marco antônio é capaz de ter...
lembro que recebemos as medalhas na rádio cultura das mãos do técnico da afe, aymoré moreira.
eu fui o goleiro menos vazado.
o cláudio frâncica, de o imparcial, era o fotógrafo do time. tirava uma ‘PANCADA’ DE FOTOS.
ERA UM TIMAÇO. O MARCO ANTÔNIO JOGOU COM A GENTE DESDE O MIRIM. LEMBRO ATÉ HOJE DA ESCALAÇÃO DO FLUMINENSE CAMPEÃO EM 1977: LUIS HENRIQUE, ALTAIR E LORIA;MARCO ANTÔNIO, DAL, NAPOLEÃO;MOREIRINHA, LAXIXINHA, ZÉ RUBENS;MARCOS NOVELLI E RUDE.
técnico: benedito silva (TIM).”

 
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Fonte:
LUIS HENRIQUE LIGABÒ

Elaboração e edição: Vicente henrique baroffaldi e paulo luis micali 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

QUEM FOI O NELSINHO QUE JOGOU NA FERROVIÁRIA EM 1970?



Dado que Nelsinho Rossi Filho, o Nelsinho que se destacou no futebol amador de Araraquara, diz ter jogado na base da Ferroviária nos anos de 1968 e 69, persiste a dúvida sobre quem foi o Nelsinho que defendeu a Locomotiva em 1970.

FERROVIÁRIA EM CAMPO ainda não conseguiu os dados pessoais do aludido Nelsinho, que aparece nas escalações afeanas de sete partidas realizadas pela AFE em 1970.

Num ano em que a Ferroviária realizou 18 jogos pelo Paulistão, desenvolvendo boa campanha, mais 40 jogos por duas edições do Paulistinha, onde também se houve bem, obtendo classificação para as edições de 1970 e 71 do Paulistão, e mais seis partidas amistosas, ficou essa dúvida a ser esclarecida, referentemente ao atacante Nelsinho.

Quem sabe algum torcedor afeano, ou algum esportista tem conhecimento específico sobre o atleta em questão e pode nos ajudar a aperfeiçoar o acervo de Ferroviária em Campo...


OS JOGOS DA AFE COM NELSINHO EM AÇÃO

Apresentamos as fichas técnicas dos sete jogos nos quais o atacante Nelsinho apareceu na formação da equipe da Ferroviária:

1 – 18.01.1970 – XV de Piracicaba 1 x 1 Ferroviária
Estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba. Torneio Paulistinha.
Árbitro: Oscar Scolfaro. Renda: NCr$ 5.954,00. Público: 2.508 pagantes e 677 menores.
Expulsões: Ademir (XV) e Bebeto (AFE), 32’/2º e Grifo (XV), 42’/2º
Gols: Amauri, 6’/1º e Zé Luiz, 27’/2º
XV de Piracicaba – Roque; Celinho, Macalé, Ademir (Carlos Antônio) e Tanguinha; Ademirzinho e Chicão; Amauri, Zé Lopes (Grifo), Afonsinho e Piau
Ferroviária – Carlos Alberto; Baiano, Fernando, Rossi e Fogueira; Muri e Bazani; Valdir (Nelsinho), Zé Luiz, Lance e Nei (Bebeto). Técnico: Vail Motta

2 – 25.01.1970 – Ferroviária 2 x 0 Guarani
Fonte Luminosa, em Araraquara. Torneio Paulistinha
Árbitro: José de Oliveira. Renda: NCr$ 4.747,00.
Gols: Zé Luiz, 10’/1º e Ruy Júlio, 16’/2º
Ferroviária – Carlos Alberto; Baiano, Fernando, Ticão e Fogueira; Muri e Bazani; Valdir (Ruy Júlio), Zé Luiz (Nelsinho), Lance e Nei. Técnico: Vail Motta
Guarani – Tobias; Marcos (Cido), Cidinho, Beto e Wilson; Hélio e Milton; Capelosa, Vanderlei, Sérgio (Vagner) e Caravetti

3 – 05.03.1970 – Ferroviária 1 x 3 América
Fonte Luminosa, em Araraquara. Torneio Paulistinha
Árbitro: José Favilli Neto. Renda: NCr$ 4.285,50.
Gols: Mirandinha, 16’ e 29’, Ismael (AFE), 31’ e Mirandimnha, 37’ do 2º
Ferroviária – Carlos Alberto; Baiano, Fernando, Ticão e Fogueira; Muri e Bazani; Amaral (Ismael), Zé Luiz, Lance e Nei (Nelsinho). Técnico: Vail Motta
América – Marco; Manoel, Jean Paul, Geraldo e Ambrósio; Mota e Patini (Arcanjo); J. Alves, Mirandinha, Arnaldo e Valtinho. Técnico: Bertolino

4 – 01.04.1970 – Guarani 1 x 1 Ferroviária
Estádio Brinco de Ouro da Princesa. Torneio Paulistinha
Árbitro: José Favilli Neto. Renda: NCr$ 19.310,00.
Gols: Bebeto (AFE), 16’/1º; e Milton, 30’/2º
Guarani – Tobias; Cido, Cidinho, Beto e Wilson; Hélio (Dante) e Milton; Vagner, Ladeira (Sérgio), Vanderlei e Caravetti
Ferroviária – Carlos Alberto; Baiano, Fernando, Ticão e Fogueira; Muri e Bazani; Valdir, Zé Luiz, Bebeto e Nelsinho (Ismael). Técnico: Vail Motta

5 – 26.04.1970 – Ferroviária 1 x 0 Santos (Misto)
Usina Tamoio. Amistoso estadual (1º aniversário da Administração da Refinadora Paulista S/A).
Árbitro: Arnaldo Júnior. Renda: entrada franca.
Gol: Amaral, 21’/2º
Ferroviária – Carlos Alberto; Baiano, Fernando, Ticão e Fogueira; Muri e Bazani (Bebeto); Valdir (Peixinho), Zé Luiz (Ruy Júlio), Ismael (Lance) e Nelsinho (Amaral). Técnico: Vail Motta
Santos (misto) – Agnaldo; Zelão, Paulo, Orlando e Murias; Alexandre e Nenê; David, Adilson (Álvaro), Barga (Gilberto) e Fito

6 – 28.06.1970 – Guarani 3 x 0 Ferroviária
Estádio Brinco de Ouro da Princesa, Campinas. Paulistão/1º turno
Árbitro: Dulcídio Wanderley Boschillia. Renda: Cr$ 10.448,00
Gols: Ticão (contra), 5’30” e Caravetti, 17’ do 1º; Vagner, 38’/2º
Guarani – Tobias; Wilson, Cidinho, Guasi (Chininho) e Cido; Milton e Hélio Giglio; Vagner, Ladeira, Vanderlei e Caravetti (Beto)
Ferroviária – Carlos Alberto; Baiano, Valdomiro, Ticão e Fogueira; Muri (Amaral) e Bazani; Ismael, Zé Luiz, Lance e Nei (Nelsinho). Técnico: Vail Motta

7 – 12.08.1970 – Santos 5 x 0 Ferroviária
Vila Belmiro, Santos. Paulistão/2º turno
Árbitro: Emídio Marques Mesquita. Renda: Cr$ 27.674,00. Público: 5.684 pagantes
Gols: Pelé, 13’/1º, Lima, 22’/1º, Douglas, 30’/1º, Carlos Alberto, 42’/1º e Manoel Maria, 27’/2º
Santos – Joel Mendes; Carlos Alberto, Ramos Delgado, Joel Camargo e Rildo; Clodoaldo (Léo) e Lima; Manoel Maria, Douglas, Pelé (Davi) e Edu. Técnico: Antônio Fernandes (Antoninho)
Ferroviária – Getúlio; Mariani, Fernando, Ticão e Fogueira; Ademir e Bazani; Nicanor, Zé Luiz, Cabinho (Ismael) e Nelsinho (Lance). Técnico: Vail Motta




Fontes:
Tópicos do Passado da AFE – Professor Antônio Jorge Moreira
Acervo de “Ferroviária em Campo”

Foto: Museu da AFE
Escalação - Em pé: Baiano, Carlos Alberto, Muri, Ticão, Zé Carlos e Fernando;Agachados: Tonho, Zé Luís, Lance, Ademir e Nei


Fonte:
Pesquisa, elaboração e edição:

Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

ONTEM FOI 3 A 2... E O CONFRONTO ENTRE FERROVIÁRIA E PENAPOLENSE TAMBÉM ESTÁ 3 A 2

  
É um confronto de poucos jogos. Embora o Penapolense tenha sido fundado em 1944, e a Ferroviária em 1950, esses dois clubes tradicionais do estado de São Paulo enfrentaram-se em competições oficiais em apenas cinco oportunidades.

Foram três partidas em Penápolis e duas em Araraquara, sendo uma pelo Campeonato Paulista da Série A3, uma pela Série A2 e três pela Copa Paulista.

Nos quatro primeiros encontros, o fator campo prevaleceu: foram duas vitórias da Ferroviária na Morada do Sol e duas do Penapolense em Penápolis.

Somente ontem, dia 16 de agosto de 2017, no quinto encontro oficial entre grenás e tricolores se deu o primeiro sucesso de um visitante: a AFE foi a Penápolis e estabeleceu 3 a 2 no placar.


RESUMO

Nos cinco jogos realizados, a Ferroviária venceu três vezes e o Penapolense, duas. Não houve nenhum empate.
A Ferroviária anotou nove gols e sofreu oito, tendo saldo mínimo de um tento.
Curiosidade: foram registradas duas goleadas, uma para cada equipe e ambas pela mesma contagem: 4 a 0.


Leandro Miranda
GOLS GRENÁS

Dos nove tentos anotados pela Locomotiva, dois foram de autoria de Leandro Miranda; os demais foram marcados por: Júlio César, Danilo Martins, Tiago Marques, Daniel, Hygor, Léo Castro e Willian Favoni.


OS CINCO JOGOS

(Nº de ordem – Data – Jogo – Competição – Autores dos tentos da Ferroviária)
1 – 10.03.2010 – Ferroviária 4 x 0 Penapolense – Campeonato Paulista, Série A3 – Júlio César, Danilo Martins e Leandro Miranda (2)
2 – 04.03.2012 – Penapolense 2 x 1 Ferroviária – Campeonato Paulista, Série A2 – Tiago Marques
3 – 21.07.2012 – Ferroviária 1 x 0 Penapolense – Copa Paulista – Daniel
4 – 26.08.2012 – Penapolense 4 x 0 Ferroviária – Copa Paulista
5 – 16.08.2017 – Penapolense 2 x 3 Ferroviária – Copa Paulista – Hygor, Léo Castro e Willian Favoni

Observação: Além desses cinco encontros oficiais, aconteceram três jogos-treino entre Ferroviária e Penapolense. A AFE conseguiu duas vitórias contra uma do time de Penápolis.


Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”

Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

UNIÃO LONGA E FELIZ: ATLÉTICA E PÉRCIO




Ela, 90 anos; ele, 88. Associação Atlética Ferroviária e Pércio Damázio se uniram há muito tempo e permanecem fiéis um ao outro. O clube de futebol fundado por funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro no longínquo 1927 faz parte da vida de Pércio Damázio desde tempos distantes. Primeiro por meio da paixão pelo futebol, depois através da música.

Durante muitos anos, Pércio foi técnico do time de futebol da Atlética da Vila Xavier. Isso, no tempo em que o Dr. João Ferreira da Silva era presidente atleticano. Ambos trabalharam harmoniosamente em defesa do time azul e branco. A partir da década de 1970, Pércio incorporou às tradições atleticanas uma escola de samba que passou a fazer parte das manifestações carnavalescas da cidade de Araraquara. A ponto de ter seu nome colocado em um samba-enredo da agremiação, como justa homenagem pelo seu entusiasmo e disposição para defender a Atlética.

A citação do nome da Atlética Ferroviária sugere de imediato a lembrança de pessoas que se notabilizaram ao defendê-la, seja como dirigente, técnico ou jogador.

Quem não se lembra do advogado e vereador João Ferreira da Silva? De um notável sequenciador de seu trabalho, Adair Pavanelli, que mereceu, como homenagem, uma deferência realmente especial? O Estádio Dr. Carlos Pereira passou a ter a denominação de Estádio Adair Pavanelli.

Muitos nomes são de pronto identificados com a Atlética, como, por exemplo: Vail Motta, Fordinho, Cataneo, Indalécio Nicolau, Cidinha Pavanelli, Zé Lemão, Walter Bergo, Samarone, Lázaro, Claudinho, Rafael Marques (que começou na Atlética, passou pela AFE e foi parar no Palmeiras), etc, etc. E nesse universo salpicado de astros se insere, com muitas honrarias, o octogenário e sempre animado Pércio Damázio.

Graças a Douglas Onça, Ferroviária em Campo tem a oportunidade de realçar a figura do Pércio mostrando-o em fotos de outros tempos e dos dias atuais também.

 
Pércio Damásio hoje, sempre um entusiasta

Pércio Damázio visitando a loja do Douglas Onça, na Vila Xavier

Na letra de um samba-enredo da Escola de Samba da Atlética Ferroviária, a citação do nome do Pércio, em mais uma homenagem  merecida


Pércio foi referendado com o título de Cidadão Benemérito, numa justa homenagem

Pércio Damásio e os veteranos do samba de Araraquara

Pércio Damázio durante desfile de carnaval em Araraquara

Pércio Damásio e Indalécio Nicolau


Fontes:
Douglas Lima Onça
Revista Comércio Indústria e agronegócio, Ivan Roberto e Rafael Zocco/2016

Fotos do arquivo de Pércio Damázio; Felipe Turioni/G1

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

terça-feira, 15 de agosto de 2017

A BOA PRESENÇA DO SUB-15 DA FERROVIÁRIA NO CAMPEONATO PAULISTA




Vinícius Rovariz
Sob o comando do treinador Vinicius Rovariz Teixeira de Araujo, o time sub-15 da Ferroviária vem desenvolvendo uma boa campanha no certame paulista da categoria.

Terminou a primeira fase da competição em segundo lugar no seu grupo, somando 24 pontos em 12 jogos, obtendo 7 vitórias e 3 empates e perdendo duas vezes. O time marcou 33 gols (sem contar os 3 na vitória por W.O. do Rio Preto, na primeira rodada) e sofreu 12, numa performance positiva.

Na segunda fase, figurando ao lado de São Paulo, Grêmio Prudente e Flamengo de Guarulhos, os comandados de Vinicius realizaram até aqui três partidas, ganhando uma, perdendo uma e empatando também uma. Somou 4 gols e sofreu outros 4.

Após essas três rodadas da segunda fase, a Ferroviária sub-15 ocupa a segunda colocação com 4 pontos ganhos, atrás do São Paulo, com 9, e à frente do Grêmio Prudente (com 3) e do Flamengo de Guarulhos (com 1).

A sequência do campeonato mostra um grau de dificuldades maior para a equipe, uma vez que estão programados dois jogos fora de Américo Brasiliense, contra Flamengo e Grêmio Prudente, e apenas um jogo em casa, contra o mais difícil de todos os oponentes, o São Paulo F.C.



ELENCO

Segundo o site oficial da Ferroviária (ferroviariasa.com.br), este é o elenco atual da Locomotiva na categoria sub-15:
Para o gol: João, Henrique, Benassi, Matheus Mazza e Bruno
Lateral-direita: Chileno e Eto’o
Lateral-esquerda: Conca
Zaga: Wesley, Paganini, Pedro Carvalho, Murilo e Cainã
Meio-campo: Léo Lino, Vitor Nardi, Matheus Abreu, Malheiro, Léo Afonso, Victor Pedrero, Caio Hilário, João Varolo, Matheusinho e Kauê
Ataque: Igor, Artur Prado, Davi, Alex, Daniel e Paulinho
São 29 garotos defendendo a camisa grená afeana.


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CAMPANHA NO CAMPEONATO PAULISTA/2017

(Nº de ordem – Data – Jogo – Autores dos gols afeanos)
1 – 08.04.17 – Rio Preto 0 x 3 Ferroviária – Não houve o jogo. O Rio Preto não providenciou a inscrição de atletas.
2 – 15.04.17 – Ferroviária 0 x 6 Grêmio Novorizontino
3 – 29.04.17 – CAT (Taquaritinga) 1 x 10 Ferroviária – Alex (3), Prado (3), Chileno (2), Daniel e Vitor Nardi
4 – 06.05.17 – Ferroviária 1 x 1 Mirassol – Carvalho
5 – 13.05.17 – Ferroviária 7 x 1 Catanduvense – Eto’o, Vitor Nardi, Wesley, Pedro, Matheusinho e Caio Hilário (2)
6 – 20.05.17 – América 0 x 3 Ferroviária – Gustavo, Prado e Pedro
7 – 27.05.17 – Ferroviária 4 x 0 Rio Preto – Gustavo, Chileno, Prado e Alex
8 – 03.06.17 – Grêmio Novorizontino 1 x 2 Ferroviária – Pedro e Gustavo
9 – 15.06.17 – Ferroviária 5 x 0 CAT (Taquaritinga) – Alex (2), Pedro (2) e Matheusinho
10 – 24.06.17 – Mirassol 1 x 0 Ferroviária
11 – 01.07.17 – Catanduvense 1 x 1 Ferroviária – Wesley
12 – 08.07.17 – Ferroviária 0 x 0 América
13 – 29.07.17 – Ferroviária 3 x 0 Grêmio Prudente – Pedro (2) e Prado
14 – 05.08.17 – São Paulo 4 x 1 Ferroviária – Pedro
15 – 12.08.17 – Ferroviária 0 x 0 Flamengo (Guarulhos)




ARTILHEIROS

1º - Pedro, 8 gols
    
2º - Alex e Prado, 6
    
4º - Gustavo e Chileno, 3
    
6º - Vitor Nardi, Wesley, Matheusinho e Caio Hilário, 2
    
10º - Daniel, Carvalho e Eto’o, 1






PRÓXIMO COMPROMISSO

O time sub-15 grená entra em campo novamente no próximo sábado, dia 19 de agosto de 2017, às 9 horas, na cidade de Guarulhos, enfrentando o Flamengo local.


Fonte:
Site oficial da Federação Paulista de Futebol: futebolpaulista.com.br

Fotos: Ferroviária SA e Facebook Ferroviária Oficial

Pesquisa, elaboração e edição:

Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

PRIMEIRO JOGO DA HISTÓRIA DO AMÉRICA (RIO PRETO) FOI CONTRA UM TIME DE ARARAQUARA. PEREIRA LIMA JOGOU





A história do América de São José do Rio Preto teve, nos primeiros passos, a participação efetiva de Araraquara.

Primeiro, porque o engenheiro da Estrada de Ferro Araraquara, Antônio Tavares Pereira Lima, foi transferido para a cidade rio-pretense e acabou fundando o clube rubro, no dia 28 de janeiro de 1946.

Pereira Lima
Segundo, porque o clube convidado para enfrentar o América, no jogo número 1 de sua história, foi a Associação Atlética Ferroviária, de Araraquara. A se destacar o fato de que o fundador do América também participou da estreia, como atleta, surgindo na escalação como centroavante. Sim, Pereira Lima jogou com a camisa do América.

O curioso é que o América Futebol Clube fez seu jogo de estreia fora da cidade de São José do Rio Preto, na vizinha Mirassol. Isso porque o estádio do Palestra Esporte Clube inundou com as chuvas daquele dia e o Rio Preto Esporte Clube negou o empréstimo do estádio Victor Brito Bastos.

A partida aconteceu no dia 17 de março de 1946, no estádio Giocondo Zancaner, em Mirassol.

O árbitro foi José Nicoletti Sobrinho.
Fordinho

Dirigido pelo técnico Zezinho Silva (que seria, em 1951, o primeiro técnico da Ferroviária), o time americano jogou com:
Bob; Hugo e Edgar; De Lúcia, Quirino e Miguel; Mogero, Dema, Pereira Lima (Nelsinho), Fordinho e Birigui.

Fordinho, autor do primeiro gol da história do América, seria também, em 1951, o autor do primeiro tento da história da Ferroviária.

A Atlética Ferroviária, de Araraquara, teve esta formação:
Monteiro; Nico e Zico; Franklin, Roberto e Tijolo; Aristides, Lima, Sacarrolha, Bil e Tico.

Os gols do América foram marcados por Fordinho, Quirino e Dema. Sacarrolha anotou o tento da Atlética Ferroviária.

Um dos mais tradicionais clubes de Araraquara, a AAF (Associação Atlética Ferroviária) foi fundada em 1927 pelos funcionários da Companhia Paulista de Estradas de Ferro.


Fontes:
- AMÉRICA 60 ANOS (Almanaque do Futebol Rio-pretense), Milton Rodrigues e Vinicius de Paula, editora NOVA graf, 2006
- LEMBRANÇAS COM PÉ NO CHÃO, Ivan Roberto Peroni e Rafael Zocco, Revista Comércio Indústria e agronegócio, junho/2016
Fotos: Internet; Douglas Onça.

Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

O BOCHÓFILO ZÉ PALITO


  
Não somente no futebol ele foi destaque. Também na bocha José Zavagli foi craque.

FERROVIÁRIA EM CAMPO mostra recorte de jornal, enviado por Douglas Onça, com matéria na qual os feitos de Zé Palito merecem enfoque.

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Para corroborar, Wilson Luiz, autoridade também em bocha, faz as seguintes observações:

“Acrescentando à matéria sobre o Zé  Palito:
Foi um dos melhores bochófilos de Araraquara.
Entre os muitos títulos - destaque especial - em 1954 Zé Palito foi campeão estadual vestindo a camisa da Ferroviária - a AFE era a maior potência poliesportiva do Interior.
Em 1º de maio de 1992 participou conosco (Wilson e Ildeu) na elaboração da LIBA-Liga Bochófila de Araraquara.
E mais:
As canchas de bocha do Parque Pinheirinho  levam o nome de José Zavagli (Zé Palito) - Ele foi também o 1º técnico da Seleção da LIBA.

Falou quem conhece.

Wilson Luiz, Zé Palito e amigos da bocha

Zé Palito foi um esportista bem sucedido no que fez, seja no futebol ou na bocha. E contabilizou, pelo seu modo de ser, um grande número de amigos e admiradores, fazendo do esporte um meio de integração.
  



FERROVIÁRIA EM CAMPO agradece a colaboração de Douglas Onça e Wilson Silveira Luiz.

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali