domingo, 19 de novembro de 2017

UM TORCEDOR LUSO-AFEANO E FOTOS DO DUDU





Temos o prazer de contar com um amigo paulistano neste facebook. Trata-se de Beri Sérgio, torcedor convicto da Portuguesa de Desportos e simpatizante da Ferroviária.

Há vários anos o amigo torcedor nos acompanha, sempre exibindo a sua condição irretocável de adepto da Lusa, independentemente de sua (dela) situação, que nos últimos tempos tem sido bastante difícil.

Beri Sérgio
Afeano Beri Sérgio se tornou ao acompanhar o trabalho que vem sendo desenvolvido por “Ferroviária em Campo”, conforme suas próprias palavras. Isso nos enche de satisfação, uma vez que o nosso objetivo é este mesmo: contar a história da Locomotiva de Araraquara e aumentar o número de adeptos da associação grená da Morada do Sol.

Beri Sérgio, lógico, não ficou feliz com a eliminação da Lusa pela Ferroviária, mas está na torcida para que a AFE se torne campeã da Copa Paulista. E ele está nos presenteando com uma série de cinco fotos de valor histórico, todas relacionadas a um dos maiores jogadores da história da Ferroviária.

Falamos de Dudu, Olegário Toloi de Oliveira. São cinco fotos de real significado para o futebol e para os torcedores de Ferroviária e Palmeiras. E dos esportistas em geral, por que não?

Na primeira foto, Dudu é o terceiro da esquerda para a direita, aparecendo Antoninho (o beque Tonhão), o lateral Galhardo e na extrema direita o outro lateral, Geraldo Scalera. Foto, naturalmente, tirada em tempos de Associação Ferroviária de Esportes, nos anos 60.



Na segunda foto, aparece a dupla Dudu-Ademir da Guia, sem dúvida nenhuma o maior duo de meio-campo de toda a história da gloriosa Sociedade Esportiva Palmeiras. Dudu era o carregador de piano... Ademir era a categoria personificada, um toque divino na bola...



Na terceira foto, Dudu com a esposa, Maria Helena, em festa dos veteranos promovida pelo Palmeiras, anualmente.



Na quarta, quatro nomes de realce do futebol: da esquerda para a direita, o árbitro Dulcídio Wanderley Boschillia, um dos mais eficientes e renomados apitadores do futebol brasileiro; Milton Camargo, que durante muito tempo dirigiu a equipe esportiva da rádio Tupi de São Paulo além de ser comentarista, sempre muito ponderado; o craque Dudu; e José Góes, outro nome de destaque da radiofonia esportiva paulistana.



E por último, na quinta foto, o craque Dudu surge envergando a camisa amarelinha da Seleção Brasileira, pela qual realizou 13 jogos e marcou um gol.



Uma série admirável de instantâneos que nos transportam para um passado mágico, de futebol notável e de astros do mundo do futebol.

Nós, de “Ferroviária em Campo”, estamos enviando os maiores agradecimentos ao amigo Beri Sérgio, pela série de fotos históricas e por nos prestigiar com sua constante presença em nossas páginas.


Fotos enviadas por Beri Sérgio, de São Paulo (SP), extraídas da coluna Terceiro Tempo do Jornal Agora SP.

Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

"FERROVIÁRIA NO PAULISTÃO" - DÉCIMO LIVRO LANÇADO POR VICENTE BAROFFALDI


Pesquisador incansável e dono de um invejável arquivo, Vicente Baroffaldi lança o seu décimo livro, o sexto tendo a Ferroviária de Araraquara como tema, todos com o selo da Pontes Editores.

Neste novo trabalho, Vicente mostra os números da FERROVIÁRIA nas 41 edições do CAMPEONATO PAULISTA, nas quais ela esteve presente.


Capa


A história da Ferroviária no Paulistão começou em 1956. Desde então, a agremiação araraquarense tem passado a maior parte desses 62 anos no âmbito da divisão principal do futebol bandeirante.

Vicente H. Baroffaldi
A primeira ausência foi de apenas um ano (1966). A segunda arrastou-se penosamente por longos e sofridos 19 anos (1997 a 2015).

Então, tirando 20 anos do total de 62, deduz-se que a AFE habitou a elite durante 42 anos (dois terços), até 2017. E em 2018 tem presença assegurada.

Este nosso trabalho mostra os números de 41 edições do Campeonato Paulista nas quais a Ferroviária esteve presente. Explica-se: em 1974 a Locomotiva ficou de fora porque não obteve classificação ao participar do Torneio Paulistinha.

A presença da AFE no Paulistão foi pesquisada por Ferroviária em Campo e é mostrada nos detalhes: campanhas comentadas, equipes e artilheiros.

68 fotos ilustram o levantamento estatístico.

A torcida afeana está sendo convidada para rememorar, ou então conhecer, a bela história do time grená no Campeonato Paulista.

Quarta capa

Ficha do Livro:
"FERROVIÁRIA NO PAULISTÃO"
Autor: Vicente Henrique Baroffaldi
Páginas: 280
Pontes Editores

Para adquirir:
Araraquara: Livraria Vamos Ler ((Rua São Bento, entre Duque de Caxias e Espanha).
Por e-mail: Vicente.baroffaldi@gmail.com
Whats: (16) 999616760
(pagamento via depósito bancário e envio via correios)

FERROVIÁRIA EM CAMPO: VICENTE HENRIQUE BAROFFALDI E PAULO LUIS MICALI 

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

VALDIR BALA E A FERROVIÁRIA




A Ferroviária sempre foi uma agremiação formadora de atletas. Graças a inúmeros profissionais competentes, forjadores de revelações, o departamento de futebol do clube colocou no universo desse esporte uma quantidade infindável de atletas que, ou ganharam a promoção para o profissionalismo na AFE ou seguiram o curso de sua carreira em outros clubes.

Valdir Bala, ponta-esquerda formado na Ferroviária, teve o andamento de sua carreira em outros times. Mas se revelou como jogador de qualidades e sequenciou uma carreira que seu filho, André Luiz, se orgulha de recordar e divulgar.

Foi dele que recebemos informações sobre Valdir Bala. Mais ainda: algumas fotos colecionadas pelo pai, que faleceu há um ano e três meses. André Luiz reside em Catanduva e nos passou os dados pessoais de seu pai:

Apelido: Valdir Bala

Nome completo: Valdir Carlos dos Santos

Data de nascimento: 4 de maio de 1962

Cidade natal: Araraquara (SP)

Posição: ponta-esquerda


A seguir, uma síntese da carreira de Valdir Bala, feita por seu filho André Luiz:

“Com 12 anos, começou a jogar no Colorado e Benfica, onde jogou com Paulo César e Careca... Aí então Careca foi para o Guarani e meu pai e Paulo César pra Ferrinha.

Atuou na AFE de 1976 a 82 e em 83 foi emprestado para a Matonense até 86, e foi para o Operário do Mato Grosso – Dourados – e teve uma passagem rápida em Assis.

Deve ter jogado em mais times, mas não tenho os dados no momento.”

Uma formação com Valdir Bala (primeiro agachado à direita)


Como esta matéria é ilustrada com as fotos que André Luiz nos enviou, na certa teremos, pelo facebook ou pelo blog, manifestações de esportistas que se lembram de Valdir Bala atuando na base da Locomotiva... ou então por algum outro clube, como a Matonense.

Aí está, jovem André Luiz, a homenagem que você desejava prestar ao seu pai, falecido há pouco tempo. Sentimo-nos felizes por representarmos um meio de concretização de sua vontade, louvável, de reverenciar o seu genitor.


Valdir Bala (último agachado da esquerda para direita)



Fonte de informações e fotos publicadas nesta matéria:
André Luiz, filho de Valdir Bala

Elaboração e edição:Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

COMO É A HISTÓRIA DE FERROVIÁRIA X INTER DE LIMEIRA?





É CLARO que nenhum retrospecto favorável garante time algum... também é certo que ninguém está condenado a perder, por força de um histórico desfavorável...

Mas isso não impede que façamos um rápido demonstrativo do que foi, até aqui, a história de Ferroviária x Inter de Limeira, se não fosse por mais nada, ao menos pra matar a curiosidade.

Assim é que AFE x Inter começaram a se enfrentar em dezembro de 1954 e somaram 43 encontros até 7 de outubro deste ano.

Inicialmente, as partidas tiveram o caráter de amistosas... Depois, aconteceram pelo Campeonato Paulista da Segunda Divisão... Até pela Taça de Prata esses oponentes se enfrentaram...

Mas o que mais tivemos foram jogos válidos pelo Paulistão, o que mostra que AFE e Inter conviveram, simultaneamente, um período razoável no melhor do futebol bandeirante.

E quem leva a melhor nesse duelo? Embora com pequena vantagem, o Leão da Paulista somou mais triunfos: 16, contra 13 da Locomotiva. 14 igualdades no marcador se deram, perfazendo os 43 jogos.

Em gols, a diferença é bem pequena também: o time alvinegro de Limeira marcou 55 e a representação araraquarense consignou 53.

Foram 23 jogos pelo Paulistão, 3 pela Segunda Divisão, 1 pela Taça de Prata (Série B do Brasileiro), 4 pela Copa Paulista e 12 amistosos.

Agora, esses dois tradicionais clubes interioranos se enfrentam numa decisão... da Copa Paulista, valendo vaga para o Brasileiro da Série D ou para a Copa do Brasil.

Nos quatro duelos pela Copa Paulista, tivemos o registro de três empates e uma vitória da Inter. Na edição atual, AFE e Inter já realizaram duas partidas entre si, empatando ambas: 2 a 2 na Fonte e 0 a 0 no Major José Levy Sobrinho.

Os times de melhores campanhas da competição chegam merecidamente à final. O primeiro jogo acontece neste sábado, em Limeira, e o segundo em Araraquara, no sábado subsequente.


Listagem dos 43 jogos já realizados entre AFE e AAI.

(Nº de ordem – Data – Jogo – Finalidade – Autores dos gols grenás)

1 – 18.12.1954 – AFE 3 x 0 Inter – Amistoso – Boquita (2) e Paulinho
2 – 12.06.1955 – Inter 1 x 4 AFE – Amistoso – Bazani, Otávio, Jarbas e Paulinho
3 – 19.06.1955 – AFE 5 x 2 Inter – Amistoso – Paulinho (2), Boquita, Jarbas e Bazani
4 – 30.10.1955 – AFE 3 x 1 Inter – Campeonato Paulista da 2ª Divisão – Pixo, Boquita e Cardoso
5 – 04.12.1955 – Inter 1 x 3 AFE – Campeonato Paulista da 2ª Divisão – Cardoso (2) e Gomes
6 – 23.10.1960 – Inter 4 x 1 AFE – Amistoso – Miranda
7 – 23.05.1976 – Inter 1 x 1 AFE – Amistoso – (Sem registro do autor do gol grená)
8 – 22.07.1979 – Inter 1 x 2 AFE – Campeonato Paulista – Galdino (2)
9 – 13.10.1979 – AFE 1 x 1 Inter – Campeonato Paulista – Nandes
10 – 12.03.1980 – AFE 1 x 2 Inter – Taça de Prata – Bispo
11 – 01.06.1980 – AFE 1 x 4 Inter – Campeonato Paulista – Washington
12 – 28.09.1980 – Inter 0 x 0 AFE – Campeonato Paulista
13 – 10.05.1981 – Inter 1 x 0 AFE – Campeonato Paulista
14 – 19.08.1981 – AFE 2 x 0 Inter – Campeonato Paulista – Fantato e Douglas Onça
15 – 06.05.1982 – Inter 0 x 1 AFE – Amistoso – Marinho Rã
16 – 06.06.1982 – AFE 1 x 2 Inter – Amistoso – Zilinho (pênalti)
17 – 19.09.1982 – Inter 1 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Zé Roberto
18 – 07.11.1982 – AFE 2 x 1 Inter – Campeonato Paulista – Zé Rubens e Marcão (pênalti)
19 – 05.06.1983 – Inter 1 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Vica
20 – 01.11.1983 – AFE 3 x 0 Inter – Campeonato Paulista – Beto Lima (contra), Cuca (pênalti) e Toninho
21 – 10.06.1984 – Inter 1 x 0 AFE – Amistoso 
22 – 17.06.1984 – AFE 1 x 2 Inter – Amistoso – Sidnei
23 – 08.07.1984 – AFE 1 x 1 Inter – Campeonato Paulista – Marquinhos (pênalti)
24 – 24.10.1984 – Inter 1 x 0 AFE – Campeonato Paulista
25 – 21.04.1985 – Inter 0 x 1 AFE – Amistoso – Nenê (gol olímpico)
26 – 24.04.1985 – AFE 0 x 1 Inter – Amistoso
27 – 19.05.1985 – Inter 1 x 1 AFE – Campeonato Paulista – Marco Antônio
28 – 27.10.1985 – AFE 1 x 1 Inter – Campeonato Paulista – Marcão
29 – 05.03.1986 – AFE 1 x 2 Inter – Campeonato Paulista – Mauro Pastor
30 – 19.06.1986 – Inter 2 x 0 AFE – Campeonato Paulista
31 – 17.05.1987 – Inter 1 x 0 AFE – Campeonato Paulista
32 – 19.07.1987 – AFE 1 x 0 Inter – Campeonato Paulista – Américo
33 – 23.03.1988 – Inter 3 x 0 AFE – Campeonato Paulista
34 – 17.05.1989 – Inter 1 x 0 AFE – Campeonato Paulista
35 – 11.03.1990 – AFE 1 x 1 Inter – Campeonato Paulista – Vonei
36 – 07.03.1993 – Inter 2 x 2 AFE – Campeonato Paulista – Edelvan e Manó
37 – 28.04.1993 – AFE 2 x 1 Inter – Campeonato Paulista – Edelvan (pênalti) e Romildo
38 - ...........1994 – Inter 4 x 1 AFE – Amistoso – Marco Antônio
39 – 19.03.2008 – Inter 1 x 1 AFE – Campeonato Paulista da Série A2 – Vagner
40 – 27.07.2013 – AFE 1 x 1 Inter – Copa Paulista – Luís Guilherme
41 – 31.08.2013 – Inter 2 x 0 AFE – Copa Paulista
42 – 30.09.2017 – AFE 2 x 2 Inter – Copa Paulista – Léo Castro e Marco Damasceno
43 – 07.10.2017 – Inter 0 x 0 AFE – Copa Paulista


QUADRO GERAL



Dos 43 jogos, 23 aconteceram na cidade de Limeira; e os 20 outros, em Araraquara.

  
Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”

Pesquisa, elaboração e edição:

Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

FERROVIÁRIA E PORTUGUESA VÃO SE ENCONTRAR PELA 40ª VEZ NA FONTE LUMINOSA




Ferroviária e Portuguesa de Desportos já se enfrentaram em 80 oportunidades, 41 delas na cidade de São Paulo e 39 em Araraquara, na Fonte Luminosa.

O próximo jogo entre essas simpáticas agremiações será no sábado, dia 11 de novembro de 2017, a partir das 19 horas, na Arena Fonte Luminosa.

Então, vamos falar aqui dos dados estatísticos relativos aos 39 jogos que afeanos e lusos já realizaram na Fonte.

Há um grande equilíbrio nos números. O que mais aconteceu foi empate, um total de 16. A Portuguesa conquistou 12 vitórias, a AFE, 11. Em gols assinalados, a Lusa chegou a 42, a AFE, 41.



Portanto, tanto em vitórias como em gols anotados, a Portuguesa tem uma vantagem mínima. A Ferroviária, que venceu o primeiro encontro sábado último, no Canindé, tem a chance de se igualar aos rubro-verdes, desde que alcance uma nova vitória.

Mas o jogo se apresenta como dos mais difíceis; a Lusa vem com tudo, pois joga uma cartada decisiva rumo à tentativa de disputar, em 2018, uma competição de âmbito nacional, o Brasileiro da Série D. Aliás, mesmo propósito que norteia a Locomotiva.


OS 39 JOGOS REALIZADOS NA FONTE LUMINOSA ENTRE AFE E LUSA

(Nº de ordem – Data – Jogo – Finalidade – Autores dos gols da AFE)

1 – 08.11.1953 – Ferroviária 4 x 2 Portuguesa – Amistoso – Augusto (2), Boquita (pênalti) e Santo Cristo
2 – 06.10.1957 – Ferroviária 2 x 1 Portuguesa – Amistoso – Cardoso e Walter (pênalti)
3 – 03.08.1958 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – Campeonato Paulista (C.P.) – Sarcinelli
4 – 21.06.1959 – Ferroviária 4 x 2 Portuguesa – C.P. – Nei, Bazani (2) e Capeloza
5 – 17.08.1960 – Ferroviária 3 x 1 Portuguesa – C.P. – Baiano (2) e Pimentel
6 – 12.11.1961 – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa – C.P.
7 – 30.09.1962 – Ferroviária 0 x 1 Portuguesa – C.P.
8 – 10.11.1963 – Ferroviária 2 x 0 Portuguesa – C.P. – Tales (2)
9 – 25.11.1964 – Ferroviária 0 x 1 Portuguesa – C.P.
10 – 29.09.1965 – Ferroviária 2 x 0 Portuguesa – C.P. – Nilo (2)
11 – 13.08.1967 – Ferroviária 0 x 1 Portuguesa – C.P.
12 – 26.05.1968 – Ferroviária 2 x 1 Portuguesa – C.P. – Bebeto e Téia
13 – 27.04.1969 – Ferroviária 0 x 2 Portuguesa – C.P.
14 – 02.08.1970 – Ferroviária 2 x 1 Portuguesa – C.P. – Cabinho (2)
15 – 27.06.1971 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – C.P. – Zé Carlos
16 – 14.05.1972 – Ferroviária 2 x 1 Portuguesa – C.P. – Ademir (pênalti) e Itamar
17 – 24.06.1973 – Ferroviária 0 x 1 Portuguesa – Taça São Paulo
18 – 05.08.1973 – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa – C.P.
19 – 29.06.1975 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – C.P. – Reinaldo
20 – 27.06.1976 – Ferroviária 1 x 0 Portuguesa – C.P. – Tite
21 – 24.07.1977 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – C.P. – Gílson
22 – 10.12.1978 – Ferroviária 1 x 0 Portuguesa – C.P. – Galdino
23 – 12.07.1979 – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa – C.P.
24 – 10.08.1980 – Ferroviária 3 x 3 Portuguesa – C.P. – Marinho Paranaense, Paulo Borges e Washington
25 – 13.09.1981 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – C.P. – Washington (pênalti)
26 – 30.09.1982 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – C.P. – Marcão
27 – 19.06.1983 – Ferroviária 0 x 1 Portuguesa – C.P.
28 – 12.09.1984 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – C.P. – Dirceu
29 – 22.06.1985 – Ferroviária 1 x 2 Portuguesa – C.P. – Cardim
30 – 08.12.1985 – Ferroviária 2 x 2 Portuguesa – C.P. – Wilson Carrasco (2)
31 – 19.03.1986 – Ferroviária 0 x 2 Portuguesa – C.P.
32 – 14.06.1987 – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa – C.P.
33 – 16.03.1989 – Ferroviária 0 x 2 Portuguesa – C.P.
34 – 01.07.1990 – Ferroviária 0 x 1 Portuguesa – C.P.
35 – 24.07.1991 – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa – C.P.
36 – 02.04.1994 – Ferroviária 2 x 3 Portuguesa – C.P. – Ronaldo Baiano e Otávio Augusto
37 – 10.05.1995 – Ferroviária 1 x 1 Portuguesa – C.P. – Adalberto
38 – 11.05.1996 – Ferroviária 0 x 3 Portuguesa – C.P.
39 – 09.02.2013 – Ferroviária 0 x 0 Portuguesa – C.P., Série A2



Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”

Fotos: “Ferroviária em Campo”

Pesquisa, elaboração e edição:  Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

terça-feira, 7 de novembro de 2017

FAZ DOIS ANOS, NESTA QUARTA-FEIRA, QUE AS GUERREIRAS GRENÁS GANHARAM A LIBERTADORES!



O 8 de novembro marca um feito inesquecível do futebol feminino da Ferroviária: a conquista da Taça Libertadores da América Feminina, na cidade colombiana de Medellín. Foi nesse dia, no ano de 2015, que as Guerreiras Grenás enfrentaram o time chileno do Colo Colo e ganharam por uma contagem incontestável, 3 a 1.

FERROVIÁRIA EM CAMPO está relembrando o feito das garotas, que na ocasião tiveram a orientação técnica de Léo Mendes. Uma Comissão Técnica de alto gabarito trabalhou na Colômbia, viabilizando as melhores condições para que as atletas afeanas chegassem ao título de campeãs.

Na volta da delegação, a cidade de Araraquara aplaudiu calorosamente as garotas e os responsáveis pela retaguarda.

Foi, sem dúvida, a maior conquista do futebol feminino da Ferroviária.

No jogo final contra o Colo Colo, as Guerreiras formaram assim:

Amanda Carolina, Daiane Rodrigues, Mimi Souza, Juliana e Ana Barrinha; Nicoly, Julia Bianchi (Luana), Paty (Nuti) e Rafaela; Tábatha (Cacau) e Adriane Nenê.

Na Taça Libertadores Feminina, foi a primeira vez que um clube brasileiro conquistou o título máximo em território estrangeiro. As demais campeãs o foram em território brasileiro.

Depois de vários títulos paulistas, da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro, as afeanas coroaram tudo com uma conquista internacional.


GALERIA DE FOTOS:

Elenco posando com a taça

Tábatha comemorando seu primeiro gol na final

Capitã Daiane levantando a taça

Leonardo Mendes - Técnico campeão

Comissão Técnica competente, campeã da Libertadores. Da esquerda para a direita: Márcio Ferreira, Dr. Leonardo Cunha, Zequinha Belizário, Douglas Onça, José Carlos Rosa

Fotos: Conmebol / Guerreiras Genás


Elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali 

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

FERROVIÁRIA NA FONTE – ANO XXX (1980)


Ferroviária 1980 - Em pé: Vica, Tião da Galera, Samuel, Carlos, Zé Rubens, Nandes e Zé Roberto.
Agachados: Paulo Borges, Douglas Onça, Volnei, Washighton, Bispo e Galdino.

A temporada de 1980 começou na Fonte Luminosa com uma partida internacional: a Ferroviária recebeu a visita da Seleção da Romênia, que havia ganho do Santos F.C., na Vila Belmiro, por 1 a 0, na festa de despedida de Clodoaldo, o Corró.

E a AFE obteve melhor resultado que o Peixe, dado que empatou sem gols com os romenos.

Depois disso, nova partida amistosa interessante, contra o Guarani, e primeira vitória dos grenás, na Fonte, em 1980: 1 a 0, gol de Douglas Onça.

Depois viria a Taça de Prata, equivalente ao atual Brasileiro da Série B, e a Locomotiva desenvolveria uma campanha bastante elogiada, chegando às semifinais.

E após os sete jogos pela competição nacional, viria o Paulistão, no qual a Ferroviária não se deu bem, terminando na 14ª colocação.

Mesmo assim, conseguiu, na Fonte Luminosa, estabelecer duas sonoras goleadas, contra o Noroeste (6 a 0) e o Juventus (4 a 0), além de se igualar no marcador contra três grandes: Palmeiras, Portuguesa e Santos.


NÚMEROS GERAIS NA FONTE EM 1980

A AFE realizou um total de 28 partidas na Fonte Luminosa, no ano de 1980. Ganhou mais que perdeu: 12 a 8, e empatou 8 vezes. O time marcou 42 gols e sofreu 26, livrando um bom saldo de 16.


ARTILHEIROS

A Ferroviária teve, naquele ano, jogando na Fonte, dois artilheiros afiados: Wolney, que assinalou oito tentos, e Douglas Onça, que fez sete. Depois viriam outros bons finalizadores: Washington, 5 gols; Paulo Borges, Zé Roberto e Bispo, 4.

Os 42 gols da AFE em 80, na Fonte, tiveram estes autores:

Wolney
Douglas
1º - Wolney, 8 gols

2º - Douglas Onça , 7

3º - Washington, 5

4º - Paulo Borges, Zé Roberto e Bispo, 4

7º - Galdino, Toninho e Marinho Paranaense, 2

10º - Radar, Faísca, Sérgio Miranda e Arouca, 1



OS JOGOS DA FERROVIÁRIA NA FONTE, EM 1980 

(Nº de ordem – Jogo – Data – Artilheiros da AFE)


Amistosos

1 – Ferroviária 0 x 0 Seleção da Romênia – 05.02.80
2 – Ferroviária 1 x 0 Guarani – 15.02.80 – Douglas Onça


Taça de Prata

3 – Ferroviária 2 x 1 Bangu (RJ) – 24.02.80 – Douglas Onça (2)
4 – Ferroviária 3 x 0 Noroeste – 27.02.80 – Galdino e Douglas Onça (2)
5 – Ferroviária 1 x 1 Goytacaz (RJ) – 08.03.80 – Paulo Borges
6 – Ferroviária 1 x 2 Inter de Limeira – 12.03.80 – Bispo
7 – Ferroviária 2 x 1 Juventus – 09.04.80 – Paulo Borges e Douglas Onça
8 – Ferroviária 3 x 0 ABC (RN) – 27.04.80 – Toninho e Zé Roberto (2)
9 – Ferroviária 0 x 1 CSA (AL) – 07.05.80


Campeonato Paulista

10 – Ferroviária 1 x 1 Botafogo – 11.05.80 – Galdino
11 – Ferroviária 0 x 0 América – 18.05.80
12 – Ferroviária 0 x 3 Comercial – 22.05.80
13 – Ferroviária 1 x 4 Inter de Limeira – 01.06.80 – Washington
14 – Ferroviária 0 x 1 Guarani – 05.06.80
15 – Ferroviária 1 x 1 Palmeiras – 11.06.80 – Bispo
16 – Ferroviária 0 x 0 Ponte Preta – 18.06.80
17 – Ferroviária 6 x 0 Noroeste – 28.06.80 – Wolney (3), Bispo, Douglas Onça e Washington
18 – Ferroviária 3 x 1 São Bento – 13.07.80 – Washington, Sérgio Miranda e Toninho
19 – Ferroviária 1 x 0 XV de Piracicaba – 20.07.80 – Zé Roberto
20 – Ferroviária 0 x 1 Corinthians – 23.07.80
21 – Ferroviária 3 x 3 Portuguesa – 10.08.80 – Marinho Paranaense, Paulo Borges e Washington
22 – Ferroviária 3 x 2 XV de Jaú – 24.08.80 – Paulo Borges, Washington (pênalti) e Zé Roberto
23 – Ferroviária 0 x 0 Santos – 03.09.80
24 – Ferroviária 4 x 0 Juventus – 07.09.80 – Bispo e Wolney (3)
25 – Ferroviária 0 x 1 São Paulo – 21.09.80
26 – Ferroviária 0 x 1 Taubaté – 05.10.80
27 – Ferroviária 3 x 1 Marília – 19.10.80 – Arouca e Wolney (2)
28 – Ferroviária 3 x 0 Francana – 26.10.80 – Faísca, Marinho Paranaense e Radar


JOGARAM NA FERROVIÁRIA EM 1980

Tião, Sérgio Bergantin, Carlos, Marinho Paranaense, Sabará, Vica, Arouca, Samuel, Sérgio Miranda, Luís Florêncio, Zé Rubens, Nandes, Douglas Onça, Washington, João Carlos, Zé Roberto, Lavinho, Paulo Borges, Bispo, Toninho, Wolney, Galdino, Faísca.


Fonte:
Acervo de “Ferroviária em Campo”

Fotos:Museu da AFE, Douglas Onça e Diário do Nordeste

Pesquisa, elaboração e edição: Vicente Henrique Baroffaldi e Paulo Luís Micali